****************** Um blog dedicado ao meus alunos da Rede Pública e Privada de Ensino. ******************

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Você gosta de vinho? Sérgio Cabral também!


QUINTA, 30 DE JUNHO DE 2011, 10H58

Cabral isentou casa de vinhos usando

 lei sobre cesta básica

Dayanne Sousa e Marcela Rocha
O governo fluminense concedeu, em 2010, isenção fiscal de R$ 10,9 mil para a Enoteca Fasano, luxuosa importadora de vinhos que pertence ao grupo Fasano de hotéis e restaurantes. Não existe lei para redução de impostos sobre vinhos importados, mas o governo de Sérgio Cabral (PMDB) fundamentou o benefício usando um decreto para venda de alimentos da cesta básica.
"Feijão; arroz; farinha de mandioca; açúcar refinado e cristal; café torrado ou moído; gado, aves, bem como os produtos comestíveis resultantes de sua matança, em estado natural, resfriado ou congelado...", delimita o decreto 32.161, assinado por Benedita da Silva em 2002 e aplicado por Cabral em 2010.
O peemedebista tem sido questionado sobre a intimidade de suas relações com empresários depois que admitiu ter viajado num jato de Eike Batista para ir à festa de Fernando Cavendish, dono da construtora Delta. Reportagem de Terra Magazine revelou que empresas beneficiadas com redução de impostos pelo governo Cabral em 2010 doaram mais de R$ 7 milhões à campanha dele e ao PMDB do Rio. Os dados sobre as isenções estão em levantamento da Secretaria da Fazenda feito por solicitação do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol-RJ).
A enoteca beneficiada pelo decreto da cesta básica não produz ou importa alimentos. "Existe um consenso na lei sobre isenção de itens da cesta básica, mas vinho eu tenho certeza que não é um desses itens", constata a advogada tributarista da Fundação Getúlio Vargas, Vanessa Rahal Camado. "Não existe nenhuma justificativa, não há programa para incentivo de bebida". O grupo Fasano foi procurado pela reportagem e ainda não deu retorno sobre o caso.
O produto mais barato encontrado na enoteca carioca do grupo Fasano é a meia garrafa do vinho do litoral chileno Isla Negra, que custa R$ 19,00. A mais cara é a garrafa do champagne rosé Krug, que pode ser levado para casa por R$ 1.640,00.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio vai auditar, entre os dias 4 e 29 de julho, benefícios fiscais concedidos pelo governo ao longo do primeiro trimestre deste ano. O objetivo é checar se há isonomia e determinar quais são os impactos nos caixas do Estado.
Incentivo para motéis
A lista dos isentos tem ainda empresas inusitadas, como o Motel Champion. Identificado como hotel no site e na lista da Secretaria da Fazenda, o estabelecimento respondeu a Terra Magazine que é um "motel, com eme de Maria, com espelho no teto de todas as suítes". O empreendimento recebeu R$ 5,9 mil em isenção de impostos desde 2007.
E o Champion não foi o único. Doze mil de isenção foram dados ao Motel Oklahoma, onze mil ao L'Amour Motel. Nestes três casos, o benefício foi concedido com base no decreto 34.681/2002, o qual trata de uma série de itens diversos, mas não se debruça, em nenhum momento, sobre incentivo a motéis. O decreto fala em filmes fotográficos, equipamentos destinados ao reaparelhamento, ampliação e modernização da infraestrutura aeroportuária, equipamentos destinados ao aparelhamento e modernização dos portos, importação de pescado, maçã e pera e softwares para computador.
Incertezas legais
No Brasil, os Estados não têm autonomia para isentar nenhum tipo de setor ou empresa. Eles dependem da aprovação do Confaz, que reúne todas as Unidades da Federação. "Só com a aprovação de todos os Estados, um governador pode oferecer a isenção", explica Vanessa. "Mas, na prática, não é o que acontece, a oferta desses benefícios fiscais fica submetida a interesses locais".
O governo Cabral isentou grandes construtoras, produtores e importadoras como a Odebrecht, a Queiroz Galvão e a fabricante de pneus Michelin. Em entrevista à rádio CBN nesta quarta-feira (29), Cabral ressaltou que são esses benefícios que atraem grandes empresas a fazer negócio no Estado. "Mas muitas vezes o que o Estado perde é muito maior do que os benefícios (como geração de empregos) que a empresa traz", avalia Vanessa. Argumento evidente no caso dos motéis e vinhos.

Greve nas escolas estaduais continua – marcha ao Palácio na terça

Participe!!!!!

Milhares de profissionais das escolas
 estaduais decidiram há pouco em
 assembleia no Clube Municipal, na
 Tijuca, continuar a greve da
categoria. A greve começou dia
 7 de junho e até hoje o governo
não fez uma contraproposta às
principais reivindicações da
categoria, que são: reajuste
 emergencial de 26%; incorporação
 imediata da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em
2015); descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos.

Na sexta-feira, dia 1 de julho, os profissionais de educação irão até o
supermercado Mundial, na Rua do Riachuelo, no Bairro de Fátima, Centro
do Rio, para comprar alimentos com o cartão do Auxílio Educação. Com este
 cartão, o professor regente (o que trabalha em sala de aula) pode gastar R$
 500,00 por ano em compras diversas. O cartão não é oferecido aos
funcionários nem aposentados. O protesto vai mostrar que o profissional de
educação precisa com urgência de um reajuste salarial digno e o que o
estado oferece hoje, incluindo o cartão, não dá para sobreviver com
dignidade – por isso mesmo, o nome do protesto será: “A Educação estadual
 do Rio tem fome”.

Na terça-feira, dia 5, a categoria realiza uma passeata até o Palácio
Guanabara, com concentração no Largo do Machado a partir das 9h,
para exigir uma audiência com o governador Cabral – em seguida à
passeata, ocorrerá assembleia no clube Hebraica.

Leia o calendário da greve:

30 de junho (quinta): panfletagem nas escolas;

01 de julho (sexta): protesto “A Educação tem fome” – os profissionais de
 educação irão até o supermercado Mundial, na Rua do Riachuelo nº 192/194,
 Centro do Rio, às 10h, para comprar alimentos com o “Cartão Educação”.
 Por este cartão, o professor regente pode gastar R$ 500,00 por ano em
 compras. O cartão não é oferecido aos funcionários nem aposentados. 
O protesto vai mostrar que o profissional de educação precisa com urgência
 de um reajuste salaria digno;

04/07 (segunda): Assembleias da categoria nos municípios e bairros da
capital; vigília durante a audiência no Tribunal de Justiça, com o juiz da
 3ª Vara de Fazenda Pública, secretários Risolia e Sergio Ruy e o Sepe
sobre a nossa ação contra o corte do ponto.

05/07 (terça): marcha até o Palácio Guanabara, com concentração no
Largo do Machado, às 9h. Logo após a marcha, ocorrerá assembleia no
Clube Hebraica (Rua das Laranjeiras, nº 346).

Justiça analisa pedido de liminar do Sepe contra o corte do ponto:

Na terça-feira, dia 28, a 3ª Vara da Justiça da Fazenda Pública do
Tribunal de Justiça do Rio realizou uma primeira audiência para analisar o
 pedido de liminar do Sepe contra o corte do ponto dos profissionais de
educação do estado, em greve desde o dia 7 de junho. Todas as partes
foram convocadas para a audiência, mas os secretários de governo não
compareceram. Apenas a Procuradoria do Estado compareceu. Com isso,
 uma nova audiência foi marcada para a próxima segunda, no dia 4 de
 julho. Para esta nova audiência, o juiz titular da 3ª Vara, Plínio Pinto
Coelho Filho, convocou em caráter de urgência os secretários de
Planejamento e Educação.

No Tribunal, o Sepe defendeu o pedido de liminar em cima do direito de
 greve do funcionário público e da falta de reajuste anual por parte do
governo. O sindicato falou também das más condições de trabalho e dos
 baixos salários da rede estadual, que levaram os profissionais de
educação à greve; a falta de professores na rede também foi destacada
 na audiência - esta uma consequencia direta dos poucos atrativos para
 o exercício da profissão em nosso estado, que, mesmo sendo o segundo
 mais rico do país, tem um dos pisos salariais mais baixos para o professor,
 além de péssimos índices nas avaliações federais.

Já no dia 22 de junho, ocorreu uma audiência com o governo, que contou
 com a presença dos secretários de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy
Resende e de Educação, Wilson Risolia. Na reunião, o governo se comprometeu
 a apresentar uma resposta até o dia 15 de julho às principais reivindicações
salariais da categoria.
http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=2203

Crise terminal do capitalismo?


DEBATE ABERTO - Leonardo Boff

Crise terminal do capitalismo?

Já nos meados do século XIX Karl Marx escreveu profeticamente que a tendência do capital ia na direção de destruir as duas fontes de sua riqueza e reprodução: a natureza e o trabalho. É o que está ocorrendo. A capacidade de o capitalismo adaptar-se a qualquer circunstância chegou ao fim.

Tenho sustentado que a crise atual do capitalismo é mais que conjuntural e estrutural. É terminal. Chegou ao fim o gênio do capitalismo de sempre adaptar-se a qualquer circunstância. Estou consciente de que são poucos que representam esta tese. No entanto, duas razões me levam a esta interpretação.

A primeira é a seguinte: a crise é terminal porque todos nós, mas particularmente, o capitalismo, encostamos nos limites da Terra. Ocupamos, depredando, todo o planeta, desfazendo seu sutil equilíbrio e exaurindo excessivamente seus bens e serviços a ponto de ele não conseguir, sozinho, repor o que lhes foi sequestrado. Já nos meados do século XIX Karl Marx escreveu profeticamente que a tendência do capital ia na direção de destruir as duas fontes de sua riqueza e reprodução: a natureza e o trabalho. É o que está ocorrendo.

A natureza, efetivamente, se encontra sob grave estresse, como nunca esteve antes, pelo menos no último século, abstraindo das 15 grandes dizimações que conheceu em sua história de mais de quatro bilhões de anos. Os eventos extremos verificáveis em todas as regiões e as mudanças climáticas tendendo a um crescente aquecimento global falam em favor da tese de Marx. Como o capitalismo vai se reproduzir sem a natureza? Deu com a cara num limite intransponível.

O trabalho está sendo por ele precarizado ou prescindido. Há grande desenvolvimento sem trabalho. O aparelho produtivo informatizado e robotizado produz mais e melhor, com quase nenhum trabalho. A consequência direta é o desemprego estrutural.

Milhões nunca mais vão ingressar no mundo do trabalho, sequer no exército de reserva. O trabalho, da dependência do capital, passou à prescindência. Na Espanha o desemprego atinge 20% no geral e 40% e entre os jovens. Em Portugal 12% no país e 30% entre os jovens. Isso significa grave crise social, assolando neste momento a Grécia. Sacrifica-se toda uma sociedade em nome de uma economia, feita não para atender as demandas humanas, mas para pagar a dívida com bancos e com o sistema financeiro. Marx tem razão: o trabalho explorado já não é mais fonte de riqueza. É a máquina.

A segunda razão está ligada à crise humanitária que o capitalismo está gerando. Antes se restringia aos países periféricos. Hoje é global e atingiu os países centrais. Não se pode resolver a questão econômica desmontando a sociedade. As vítimas, entrelaças por novas avenidas de comunicação, resistem, se rebelam e ameaçam a ordem vigente. Mais e mais pessoas, especialmente jovens, não estão aceitando a lógica perversa da economia política capitalista: a ditadura das finanças que via mercado submete os Estados aos seus interesses e o rentismo dos capitais especulativos que circulam de bolsas em bolsas, auferindo ganhos sem produzir absolutamente nada a não ser mais dinheiro para seus rentistas.

Mas foi o próprio sistema do capital que criou o veneno que o pode matar: ao exigir dos trabalhadores uma formação técnica cada vez mais aprimorada para estar à altura do crescimento acelerado e de maior competitividade, involuntariamente criou pessoas que pensam. Estas, lentamente, vão descobrindo a perversidade do sistema que esfola as pessoas em nome da acumulação meramente material, que se mostra sem coração ao exigir mais e mais eficiência a ponto de levar os trabalhadores ao estresse profundo, ao desespero e, não raro, ao suicídio, como ocorre em vários países e também no Brasil.

As ruas de vários países europeus e árabes, os “indignados” que enchem as praças de Espanha e da Grécia são manifestação de revolta contra o sistema político vigente a reboque do mercado e da lógica do capital. Os jovens espanhóis gritam: “não é crise, é ladroagem”. Os ladrões estão refestelados em Wall Street, no FMI e no Banco Central Europeu, quer dizer, são os sumossacerdotes do capital globalizado e explorador.

Ao agravar-se a crise, crescerão as multidões, pelo mundo afora, que não aguentam mais as consequências da superexploracão de suas vidas e da vida da Terra e se rebelam contra este sistema econômico que faz o que bem entende e que agora agoniza, não por envelhecimento, mas por força do veneno e das contradições que criou, castigando a Mãe Terra e penalizando a vida de seus filhos e filhas.


Leonardo Boff é teólogo e escritor
Fonte:

Filme - Diário de Anne Frank (2ª Guerra Mundial)



Para Saber mais Clique aqui

The Diary of Anne FrankO Diário de Anne Frank (1959)

1950-1959, Download, Filmes, Legendado, Letra O, Megaupload Add comments
Título Original: The Diary of Anne Frank
Gênero: Biografia | Drama | Histórico
Ano de Lançamento: 1959
Duração: 180 min
País de Produção: EUA
Diretor(a): George Stevens
Sinopse:
A épica adaptação para as telas assinada por George Stevens de um dos mais comoventes documentos surgidos após a 2ª Guerra Mundial: o diário de uma garota judia de treze anos de idade, chamada Anne Frank. Para escapar aos horrores da perseguição nazista, Otto Frank (Joseph Schildkraut) escondeu sua esposa (Gusti Huber) e suas duas filhas, Anne (Millie Perkins) e Margot (Diane Baker) em um sótão desocupado em Amsterdã por dois anos. Lá, também escondidos, estavam o Sr. e Sra. Van Daan (Lou Jacobi & Shelly Winters), seu filho Peter (Richard Beymer) e um dentista, o Sr. Dussel (Ed Wynn). Em seu diário, Anne registra as dificuldades e medos das pessoas à sua volta que tentavam viver uma vida normal mesmo confinados no minúsculo sótão, estando todo o tempo sob ameaça de serem descobertos pela Gestapo. O estresse e a tensão quase insuportável da situação são habilmente expostos neste filme marcante e tocante.

Elenco:
Millie Perkins ... Anne Frank
Joseph Schildkraut ... Otto Frank
Shelley Winters ... Mrs. Petronella Van Daan
Richard Beymer ... Peter Van Daan
Gusti Huber ... Mrs. Edith Frank
Lou Jacobi ... Mr. Hans Van Daan
Diane Baker ... Margot Frank
Douglas Spencer ... Kraler
Dodie Heath ... Miep (como Dody Heath)
Ed Wynn ... Mr. Albert Dussell

quarta-feira, 29 de junho de 2011

10 motivações educacionais para você repensar o seu voto nas próximas eleições

10 motivações para baixar o seu voto nas próximas eleições. Baixe no link abaixo através do 4shared.

http://www.4shared.com/account/dir/9iv9PjZz/_online.html?rnd=70#dir=46394123

Basta clicar no arquivo para abrir uma nova janela. Clique em donwload. Abra no Word e imprima.


Assinta também ao vídeo:

Quem é Ricardo Gama? Vale a pena conhecer esse brasileiro!

Blog do Ricardo Gama
Em 2009: Para não esquecer quem é Sergio Cabral...

Atentado a Ricardo Gama... Veja reportagem que saiu ontem na Record



Veja o comentário de Ricardo Gama sobre a anistia administrativa concedida por Cabral aos Bombeiros:

Veja também na Record...

terça-feira, 28 de junho de 2011

NÃO ao SAERJ

SAERJ e Plano de Metas NÃO. Recuse ser avaliado por quem já
foi reprovado pelos trabahadores.

META 1: NENHUMA CRIANÇA SEM ESCOLA.      

META 2: NENHUM ALUNO SEM PROFESSOR.     META 3: NENHUM PROFISSIONAL DESVALORIZADO. META 4: NENHUM PROFESSOR SEM ESCOLA. 
META 5: NENHUMA ESCOLA SEM FUNCIONÁRIO.

META 6: NENHUM PROFISSIONAL SEM DIREITO À FORMAÇÃO. META 7: NENHUMA ESCOLA SEM ESTRUTURA. META 8: NENHUMA EDUCAÇÃO SEM DEMOCRACIA.
META 9: NENHUM EDUCADOR DISCRIMINADO.
META 10: NENHUMA ECONOMIA NOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO.


FILME - Hamlet (1996)/

Hamlet (1996)  Título Original: Hamlet
  Gênero: Drama | Romance | Crime
  Ano de Lançamento: 1996
  Duração: 242 min
  País de Produção: Reino Unido, EUA
  Diretor(a): Kenneth Branagh
Sinopse:
Após terminar seus estudos Hamlet (Kenneth Branagh), Príncipe da Dinamarca, retorna para o Palácio de Elsinore e encontra seu tio Claudius (Derek Jacobi) casado com Gertrude (Julie Christie), sua mãe. Bernardo (Ian McElhinney), Horatio (Nicholas Farrell) e Marcellus (Jack Lemmon), três amigos de Hamlet, falam a ele sobre um fantasma que parece ser seu falecido pai, que morreu há poucos meses. Hamlet acaba vendo aparição e a segue através do bosque. Ao encontrá-la, ela diz que precisa ser vingado, pois, apesar de se ter tido que o falecido monarca morreu devido à uma picada de cobra, a aparição afirma que a serpente que picou seu pai usa agora sua coroa e que, de uma única vez, tudo lhe foi tirado: a vida, a coroa e a rainha. Hamlet jura vingança e quando o rei e a rainha mandam vir amigos de Hamlet, para ver o que está errado com ele, o jovem príncipe assume um ar de louco e faz alguns atores representarem "A Morte de Gonzaga" que, com algumas modificações, fica bastante similar ao assassinato de seu pai. A reação de Claudius comprova que ele matou realmente o ex-soberano e a vingança agora é uma questão de tempo. Mas várias tragédias estão reservadas para Elsinore.

Elenco:
Kenneth Branagh .... Hamlet
Kate Winslet .... Ophelia
Richard Briers .... Polonius
Julie Christie .... Gertrude
Derek Jacobi .... Claudius
Nicholas Farrell .... Horatio
Ravil Issyanov .... Cornelius
Jack Lemmon .... Marcellus
Michael Maloney .... Laertes
Ian McElhinney .... Bernardo
Reece Dinsdale .... Guildestern
Timothy Spall .... Rosencrantz
Ken Dodd .... Yorick
Rob Edwards .... Lucianus
Michael Bryant .... Padre
Brian Blessed .... Fantasma
Billy Crystal .... Coveiro
Judi Dench .... Hecuba
Gérard Depardieu .... Reynaldo
John Gielgud .... Priam
Richard Attenborough .... Embaixador
Rufus Sewell .... Fortinbras
Robin Williams .... Osric
Charlton Heston

segunda-feira, 27 de junho de 2011

VEJA NA RECORD - PASSEATA DIA 26/06/2011

PASSEATA DIA 26/06/2011
VEJA NA RECORD

http://videos.r7.com/bombeiros-do-rio-fazem-novo-protesto-por-anistia/idmedia/4e08b3dcfc9b0a34493e2002.html

Sugestão da professora Clarissa Peixoto - Globo Mente

Mais uma vez a Globo entra para história. Assim como:

1982 - Globo tenta fraudar eleições para governo do estado do RJ - Caso Proconsult
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=284MEM001

1989 - A famosa edição do Jornal Nacional do Debate das Eleições Presidenciais de 89
http://www.youtube.com/watch?v=rJ3rudZ2odA&feature=related
2006 - A parcialidade escancarada nas Eleições 2006
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12733

20 10 - O Caso Bolinha de Papel Facts x Serra Rojas
Apesar da Globo divulgar que Serra foi atingido duas vezes, o SBT reafirma que única agressão foi a bolinha de papel:
http://www.cartacapital.com.br/politica/sbt-reafirma-que-unica-agressao-foi-a-bolinha-de-papel

O perito utilizado pela Globo, o Ricardo Molina, foi demitido da Unicamp por causa de irregularidades administrativas.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u15989.shtml

Vale a pena assistir este documentário: muito além do Cidadão Kane
http://www.youtube.com/watch?v=JA9bPyd1RKQ

--
Daniel Mendonça
O medo de coisas invisíveis é a semente natural daquilo que todo mundo,
em seu íntimo, chama de religião.
Thomas Hobbes (1588-1679)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Domingo às 10h - Passeata

Passeata pela defesa da educação!
Domingo às 10h !!!!!  Todos da educação devem vestir Preto !!!!!

A concentração será no Castelinho do Flamengo.

Saiba como chegar clicando link abaixo:
http://maps.google.com.br/maps/place?q=castelinho+flamengo&hl=pt-BR&cid=3870725101235061462

Governo responderá até o dia 15 de julho às principais
 reivindicações salariais

Em audiência realizada ontem (22), o governo do Estado se comprometeu a responder
 até o dia 15 de julho se atenderá ou não às principais reivindicações salariais da
categoria: reajuste salarial de 26%, descongelamento do plano de carreira dos funcionários
 administrativos e antecipação das parcelas da incorporação do Nova Escola.
A audiência contou com a presença da direção do SEPE, dos secretários de Planejamento
 e de Educação, além de deputados estaduais. O Sindicato procurou mostrar a justiça
e a viabilidade destas propostas apresentando dados da receita estadual e comparações
 salariais com outras redes públicas. O governo estadual teve que admitir que o salário
dos profissionais da educação é baixo, mas não se mostrou disposto a apresentar uma
proposta concreta na reunião, remetendo ao prazo de 15 de julho.

Ainda na audiência, ficou acertado que o reajuste da GLP será pago com o salário de
Junho e que um novo lote de enquadramento por formação virá com o salário de julho.
 Neste lote, segundo os secretários, estarão incluidos os professores 40 horas que
 aguardam ansiosamente por este direito.

Sobre as escolas compartilhadas que estão ameaçadas de fechamento, o secretário
 de educação informou que nada ocorrerá até o final de julho, quando os relatórios
 das equipes que estão visitando as escolas devem estar finalizados. Informou ainda
 que não haverá junção de turmas e que os problemas de segurança serão considerados
 no momento de definir as mudanças. Solicitamos que, antes de qualquer transferência
 ou mudança, o secretário receba uma comissão de profissionais destas escolas em
conjunto com a direção do SEPE, proposta que foi aceita pelo secretário Risolia.

Por fim, o Secretário de Educação solicitou que o sindicato suspendesse o boicote
ao SAERJ. A direção do SEPE informou que esta é uma decisão soberana da assembléia
 da categoria e que somos contrários a qualquer avaliação externa, meritocrática e
vinculada a remunerações variáveis. Acreditamos na avaliação mediadora e diagnóstica
 e não em medidas classificatórias e discriminadoras como o Plano de Metas.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Clube da Luta - Professores em Luta

Clube da Luta Professores em Luta

10 motivações educacionais para você repensar o seu voto nas próximas eleições










CALENDÁRIO

CALENDÁRIO

26 (domingo): Educação estadual, bombeiros e diversas outras categorias de servidores fazem caminhada no Aterro do Flamengo, com concentração em frente ao Castelinho, às 10h - professores e funcionários vestirão preto;

Dia 27/06 (segunda), a partir das 14h, Twitaço em defesa da greve da educação estadual/RJ. Use: #SOSEDUCAÇÃO e dê sua mensagem de apoio!

28 (terça): A 3ª Vara de Justiça de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça analisa o pedido de liminar do Sepe contra o corte do ponto - profissionais de educação realizam passeata da Candelária até o Fórum, concentração às 12h;

29 (quarta): Assembleia, às 14h, no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo, nº 359, Tijuca).

Entre Guerras (1918 - 1939)











Questões de vestibulares:


1. (Cesgranrio) A solução americana para a crise de 1929 caracteriza-se como:
a) o processo de busca de alternativas socialistas para a crise do capitalismo com a mudança de regime político.
b) o resultado das pressões comunistas sobre o governo americano, que acaba assumindo, como política, a eliminação dos interesses privados na economia.
c) o resultado da insatisfação da sociedade americana com relação aos princípios liberais assumidos pelos partidos de esquerda que se vinculavam ao governo.
d) a introdução, na cultura americana, de valores europeus através da incorporação de tecnologia à economia americana e de alternativas de seguridade total.
e) uma saída nacional que acentua o papel dirigente do Estado em determinados setores econômicos, conhecida como "New Deal".

2. (FUVEST) Da Grande Depressão, ocorrida no mundo capitalista com a crise econômica de 1929, resultou:
a) o desemprego, o reforço do liberalismo e a modernização do setor industrial.
b) a arte expressionista, um avanço dos movimentos anarquistas e o Nazi-Fascismo.
c) o intervencionismo estatal, múltiplos problemas sociais e nova corrida armamentista.
d) o surgimento do neoliberalismo, o fim da hegemonia europeia e a popularidade das correntes culturais existencialistas.
e) o sucesso dos partidos socialistas ocidentais, o recuo do desemprego e o início de uma aproximação com a União Soviética.

3. (FUVEST) "A crise atingiu o mundo inteiro. O operário metalúrgico de Pittsburgo, o plantador de café brasileiro, o artesão de Paris e o banqueiro de Londres, todos foram atingidos".
                        (Paul Raynaud - LA FRANCE A SAUVÉ L'EUROPE, T. I. Flamarion).

O autor se refere à crise mundial de 1929, iniciada nos Estados Unidos, da qual resultou:
a) o abalo do liberalismo econômico e a tendência para a prática da intervenção do Estado na economia.
b) o aumento do número das sociedades acionárias e da especulação financeira.
c) a expansão do sistema de crédito e do financiamento ao consumidor.
d) a imediata valorização dos preços da produção industrial e fim da acumulação de estoques.
e) o crescimento acelerado das atividades de empresas industriais e comerciais, e o pleno emprego.

4. (FUVEST) Sobre a crise do capitalismo, na década de 1930, e o colapso do socialismo, na década de 1980, pode-se afirmar que:
a) a primeira reforçou a concepção de que não se podia deixar uma economia ao sabor do mercado, e o segundo a de que, uma economia não funciona sem mercado.
b) ambos levaram à descrença sobre a capacidade do Estado resolver os problemas colocados pelo desemprego em massa.
c) assim como a primeira, também o segundo está provocando uma polarização ideológica que ameaça o Estado de Bem-estar Social.
d) ambos, provocando desemprego e frustração, fizeram aparecer agitações fascistas e terroristas contando com amplo respaldo popular.
e) enquanto a primeira reforçou a convicção dos defensores do capitalismo, o segundo fez desaparecer a convicção dos defensores do socialismo.

5. (Puccamp) "Para Keynes (...) para criar demanda, as pessoas deveriam obter meios para gastar. Uma conclusão daí decorrente é que os salários de desemprego não deveriam ser considerados simplesmente como débito do orçamento, um meio por intermédio do qual a demanda poderia aumentar e estimular a oferta. Além do mais, uma demanda reduzida significava que não haveria investimento suficiente para produzir a quantidade de mercadorias necessárias para assegurar o pleno emprego. Os governos deveriam, portanto, encorajar mais investimentos, baixando as taxas de juros (...), bem como criar um extenso programa de obras públicas, que proporcionaria emprego e geraria uma demanda maior de produtos industriais”.

O texto refere-se a uma teoria cujos princípios estiveram presentes
a) no "New Deal", planejamento econômico baseado na intervenção do Estado, elaborado devido à crise de 1929.
b) na obra MEIN KAMPF, que desenvolveu os fundamentos do nazismo: ideia da existência da raça ariana.
c) no Plano Marshall, cujo objetivo era recuperar a economia europeia através de maciços investimentos.
d) na criação da Comunidade Econômica Europeia, organização que visa o livre comércio entre os países.
e) no livro O CAPITAL, onde se encontram os princípios básicos que fundamentam o socialismo marxista.

6. (Ufg) A crise de 1929 abalou os Estados Unidos. Em 1933, Franklin Delano Roosevelt foi eleito com o objetivo de recuperar o país por meio do programa conhecido como New Deal, que propunha
a) a defesa do isolacionismo e do planejamento econômico, por meio dos quais os Estados Unidos abdicavam do engajamento em questões internacionais.
b) a mudança do centro das decisões econômicas de Nova York, símbolo do poder dos grandes banqueiros, para Washington, sede do poder federal.
c) a redução das importações estadunidenses que afetaram os países dependentes de seu mercado, repatriando capitais norte-americanos.
d) a intervenção e o planejamento do Estado na economia, em quatro setores: agricultura, trabalho, segurança social e administração.
e) o conservadorismo em questões econômicas e na política externa, ampliando a "missão civilizadora" dos Estados Unidos.

7. (UFMG) "(...) Há neste momento nos Estados Unidos cerca de 14 milhões de desempregados, e, como muitos deles têm família, 20 a 30 milhões de homens e mulheres vivem de esmolas, privadas ou públicas (...). O espetáculo de uma grande nação de que um quarto se encontra reduzido à impotência produz emoções bem mais fortes do que uma estatística em preto e branco. Desde que põe pé neste país, o estrangeiro compreende de repente que em nenhum momento a Europa imaginou a dolorosa intensidade da depressão dos Estados Unidos".
                                             (MAUROIS, André, ESTALEIROS AMERICANOS. 1933)

A recuperação econômica dos EUA, após a Crise de 1929, ocorreu através do NEW DEAL (1933-1938).
Todas as alternativas apresentam instrumentos de ação do NEW DEAL, EXCETO:
a) A administração de Reassentamento, que transferiu famílias que ocupavam terras de qualidade inferior.
b) A Lei Antitruste, que proibia o controle de 60% do mercado por uma empresa ou associação de empresas.
c) A Lei da Cerveja e do Vinho e da Vigésima Primeira Emenda, que pôs fim à Lei Seca.
d) A Lei de Assistência Civil à Conservação e ao Reflorestamento, que criava frentes de trabalho para os jovens e desempregados.
e) A Lei do Ajustamento Agrícola, que subsidiava os fazendeiros que reduzissem a sua produção.

8. (UFPE) Sobre a crise econômica de 1929 e sua relação com o liberalismo, assinale a alternativa correta.
a) A crise de 1929 foi provocada, sobretudo, pelo alto grau de desenvolvimento tecnológico, combinado à política liberal com base na ociosidade de capitais europeus do pós-guerra.
b) Baseados em uma política liberal, os empresários norte-americanos mantiveram o ritmo de produção que vinha sendo adotado durante a Primeira Guerra e o mercado internacional não respondeu às ofertas.
c) Para enfrentar a crise econômica de 1929, foi adotada a política liberal de empréstimos através da qual os países europeus mais ricos passaram a dar crédito aos Estados Unidos.
d) Com a crise de 1929, a política econômica liberal passou a ser desacreditada pelos empresários norte-americanos que passaram a apoiar uma política estatal intervencionista.
e) A política liberal adotada no período do pós-guerra dos EUA proibiu os empréstimos a juros e as especulações com ações, numa tentativa de frear a crise econômica, então, já prevista.

9. (Ufv) O 'crash' da Bolsa de Nova York em 1929 afetou a economia mundial. Os Estados Unidos, sob o comando do Presidente Franklin Delano Roosevelt, adotaram o 'New Deal', como saída para a crise que o país atravessava. São características do 'New Deal':

I. a intervenção deliberada do Estado na economia, contrapondo-se à tradição liberal americana.
II. a criação de um amplo plano de obras públicas, como barragens e autoestradas, para gerar novos empregos.
III. o incentivo ao aumento da produção para alimentar a população desempregada.
IV. a criação de um fundo monetário destinado a financiar os países europeus em crise.
V. a adoção de medidas visando ao equilíbrio entre o custo da produção e o valor final das mercadorias.

Das alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta apenas as características CORRETAS:
a) I, II e V.
b) I, III e IV.
c) I, IV e V.
d) II, III e IV.
e) II, III e V.

10. (Cesgranrio) Entre Mussolini e Hitler, há em seus programas, pontos em comum, como a:
a) mobilização contínua das massas através de apelos nacionalistas e a manutenção de uma política de apoio aos socialistas.
b) ideia de centralização administrativa e o fortalecimento dos mercados de troca, principalmente ingleses.
c) organização militar da juventude e a não-intervenção do Estado na vida econômica e política.
d) necessidade de fortalecimento do Estado e a adoção do corporativismo como base da reestruturação das relações sociais.
e) produção de um ideal bélico que acentuasse o gênio militar dos fascistas e a incorporação das minorias étnicas ao Estado com plena liberdade.

11. (Cesgranrio) Em relação ao período compreendido entre as duas guerras mundiais (de 1919 a 39), caracterizado pela crise do Estado e da sociedade liberal, assinale a afirmativa correta:
a) O nazismo consolidou uma política interna de miscigenação racial e social visando a preparar a Alemanha para a expansão territorial.
b) O fascismo encontrou dificuldades sucessivas para implantar o corporativismo, pois sofreu uma violenta oposição dos setores conservadores da burguesia e da classe média italiana.
c) A ausência de uma política de autossuficiência obrigou os regimes nazifascistas a compensar suas deficiências econômicas com o expansionismo militar.
d) A expansão da doutrina comunista na Europa, com a consolidação da Revolução Russa, favoreceu a Aliança com os comunistas italianos e alemães, cujo apoio propiciou a ascensão nazifascista.
e) Nazismo e fascismo são doutrinas baseadas no nacionalismo e no totalitarismo, cuja política intervencionista buscava a estabilidade do Estado.

12. (FUVEST) Em seu famoso painel "Guernica", Picasso registrou a trágica destruição dessa cidade basca por:
a) ataque de tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
b) republicanos espanhóis apoiados pela União Soviética durante a Guerra Civil.
c) forças do exército francês durante a Primeira Guerra Mundial.
d) tropas do governo espanhol para sufocar a revolta dos separatistas bascos.
e) bombardeio da aviação alemã em apoio ao General Franco contra os republicanos.

13. (FUVEST) O período entre as duas guerras mundiais (1919-1939) foi marcado por:
a) crise do capitalismo, do liberalismo e da democracia e polarização ideológica entre fascismo e comunismo.
b) sucesso do capitalismo, do liberalismo e da democracia e coexistência fraterna entre fascismo e comunismo.
c) estagnação das economias socialista e capitalista e aliança entre os E.U.A. e a U.R.S.S. para deter o avanço fascista na Europa.
d) prosperidade das economias capitalista e socialista e aparecimento da guerra fria entre os E.U.A e a U.R.S.S.
e) coexistência pacífica entre os blocos americano e soviético e surgimento do capitalismo monopolista.

14. (Puccamp) "O Fascismo italiano e o Nazismo alemão conquistaram o respaldo de muitos setores da população, conseguindo um financiamento junto à alta burguesia. Assim puderam resolver a crise do capitalismo, com a instalação de ditaduras de direita que garantiram a ordem do sistema, os lucros e as propriedades." 
Servindo de exemplo a muitos países também atingidos pelos efeitos da Grande Depressão, o totalitarismo
a) reforçou o desenvolvimento armamentista, preparando o terreno para a eclosão da Segunda Guerra Mundial.
b) transformou a Alemanha no país mais rico e poderoso da Europa, ameaçada em sua supremacia apenas pela Dinamarca.
c) organizou e contribuiu para a evolução do bloco capitalista, sob o controle dos Estados Unidos.
d) desenvolveu a tendência de cooperação entre os Estados.
e) reacendeu as velhas disputas nacionalistas existentes, desde o século XIX, entre a Grécia e a Turquia.

15. (UFES) A Guerra Civil Espanhola (1936-1939), em que perderam a vida mais de 1 milhão de pessoas, terminou com a derrota dos Republicanos e com a subida ao poder de Francisco Franco, militar espanhol.
O Estado Espanhol, após a vitória de Franco, caracterizou-se como:
a) Democrático com tendências capitalistas.
b) Democrático com tendências socialistas.
c) Populista de esquerda.
d) Totalitário de direita.
e) Totalitário de esquerda.

16. (UFMG) A experiência nazista alemã inaugurou uma nova modalidade na política: as grandes manifestações de massa.
Todas as alternativas apresentam afirmações que contêm estratégias utilizadas na mobilização das massas no período nazista, EXCETO:
a) O 'Fuhrer' estimulou o uso do uniforme para dissimular as diferenças sociais e projetar a imagem dos alemães como uma nação coesa.
b) O governo alemão atribuía enorme importância à política de rua pela capacidade de ela transmitir sensação de conforto e encorajamento à multidão.
c) O governo nazista musicou, filmou e teatralizou os assuntos políticos para atrair a multidão aos eventos públicos.
d) O governo alemão estimulou linchamentos e execuções em praça pública visando ao incitamento ideológico e à difusão do ódio racial contra os muçulmanos.
e) Os nazistas organizaram paradas, desfiles e concentrações de rua como grandes espetáculos, com a intenção de emocionar e contagiar a multidão.

17. (Ufrs)
"Os verdadeiros chefes não têm nenhuma necessidade de cultura e ciência".
(H. Goering)

"Quando ouço a palavra cultura, ponho a mão no revólver."
(J. Goebbels)

"Os intelectuais são como as rainhas que vivem das abelhas trabalhadoras."
(A. Hitler)

"Sem espírito militar a escola alemã não poderá existir. Um professor pacifista é um palhaço ou um criminoso. Deve ser exterminado."
(Ministro Schewemm - Bavária)

"Professores alemães... nenhum menino e nenhuma menina da escola devem sair de vossas aulas sem o sagrado propósito de ser um inimigo mortal do bolchevismo judeu, na vida e na morte."
(F. Weachter)

Contextualizando historicamente as declarações anteriores, de lideranças nazistas na Alemanha, pode-se afirmar que
a) o nazismo não tinha nenhum projeto para as áreas de educação e cultura, pois dentro da perspectiva do culto ao corpo e da obediência sem questionamentos, aquelas lhes eram completamente indiferentes.
b) ao contrário da produção cultural, à qual eram refratários, os nazistas permitiram a permanência das diretrizes educacionais da República de Weimar.
c) tanto a educação como a cultura foram áreas enquadradas dentro dos pressupostos básicos do regime transformando-se em instrumentos ideológicos de controle e propaganda.
d) o Estado nazista interveio fortemente somente nas escolas frequentadas por alunos não-arianos e filhos de pais bolcheviques.
e) educação e militarização da sociedade eram projetos excludentes dentro do projeto nazista de dominação.

18. (Unitau) O Nazismo e o Fascismo surgiram:
a) do desenvolvimento de partidos nacionalistas, com pregações em favor de um Executivo forte, totalitário, com o objetivo de solucionar crises generalizadas diante da desorganização, após a Primeira Guerra Mundial.
b) da esperança de conseguir estabilidade na união das "doutrinas liberais" de tendências individualistas.
c) com a instituição do parlamentarismo da Itália e na Alemanha, agregando partidos populares.
d) com o enfraquecimento da alta burguesia e o apoio do governo às camadas lideradas pelos sindicatos e socialistas.
e) do coletivismo pregado pelos marxistas.

19. (FUVEST) Os Tratados de Paz assinados ao fim da Primeira Guerra Mundial "aglutinaram vários povos num só Estado, outorgaram a alguns o status de 'povos estatais' e lhes confiaram o governo, supuseram silenciosamente que os outros povos nacionalmente compactos (como os eslovacos na Tchecoslováquia ou os croatas e eslovenos na Iugoslávia) chegassem a ser parceiros no governo, o que naturalmente não aconteceu e, com igual arbitrariedade, criaram com os povos que sobraram um terceiro grupo de nacionalidades chamadas minorias, acrescentando assim aos muitos encargos dos novos Estados o problema de observar regulamentos especiais, impostos de fora, para uma parte de sua população. (...) Os Estados recém-criados, por sua vez, que haviam recebido a independência com a promessa de plena soberania nacional, acatada em igualdade de condições com as nações ocidentais, olhavam os Tratados das Minorias como óbvia quebra de promessa e como prova de discriminação."
                               (Hannah Arendt, AS ORIGENS DO TOTALITARISMO)

A alternativa mais condizente com o texto é:
a) após a Primeira Guerra, os Tratados de Paz estabelecidos solaparam a soberania e estabeleceram condicionamentos aos novos Estados do Leste europeu através dos Tratados das Minorias, o que criou condições de conflitos entre diferentes povos reunidos em um mesmo Estado.
b) o surgimento de novos Estados-nações se fez respeitando as tradições e instituições dos povos antes reunidos nos impérios que desapareceram com a Primeira Guerra Mundial.
c) os Tratados de Paz e os Tratados das Minorias restabeleceram, no mundo contemporâneo, o sistema de dominação característico da Idade Média.
d) apesar dos Tratados de Paz estabelecidos depois da Primeira Guerra terem tido algumas características arbitrárias em relação aos novos Estados-nações do Leste europeu, o desenvolvimento histórico destas regiões demonstra que foi possível uma convivência harmoniosa e gradativamente ocorreu a integração entre as minorias e as maiorias nacionais.
e) os Tratados de Paz depois da Primeira Guerra conseguiram satisfazer os vários povos do Leste europeu.  O que perturbou a convivência harmoniosa foi o movimento de refugiados das revoluções comunistas.

20. (UFRJ) Leia o texto a seguir, sobre o início do processo revolucionário na Alemanha, em fins de 1918, e responda à questão a seguir.

Entre o primeiro dia de agitação das equipagens e o dia da queda do regime imperial e da proclamação da República, passou pouco tempo. O Movimento teve início nas cidades costeiras como Wilhelmshavem, Kiel e Hamburgo, estendendo-se depois para o interior. Partiu dos marinheiros o brado de rebeldia contra a ordem para retornar a guerra.
(...) Rapidamente o movimento se generalizou, com a criação de conselhos de operários e soldados, com uma força espontânea e irresistível.
                ALMEIDA, Â. M. "A República de Weimar e a Ascensão do Nazismo". São Paulo: Brasiliense, 1982. p.26.

A assim chamada "Revolução Alemã" de 1918/1919 pode ser relacionada a um movimento
a) de amplo espectro político e de cunho liberal-nacionalista, que objetivava resistir à intervenção estrangeira e às humilhantes condições impostas pelo tratado de Versalhes.
b) que buscava realizar, num momento em que a monarquia se encontrava particularmente fragilizada pela derrota na Guerra, os ideais liberais e democráticos de 1848.
c) político diretamente inspirado no modelo de revolução social e política seguido pelo partido bolchevique russo, na revolução de outubro de 1917.
d) dirigido por setores da extrema direita nacionalista que, com um programa que combatia o liberalismo e tinha traços claros de antissemitismo, prenunciava o nazismo.
e) que buscava através de uma revolução política conservadora restabelecer uma ordem social derrubada após a derrota na Primeira Guerra Mundial: a monarquia parlamentar.

Gabaritos:1.E     2.C     3.A     4.A     5.A     6.D     7.B     8.B9.A   10.D   11.E    12.E   13.A   14.A   15.D   16.D17.C  18.A  19.A   20.C