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sexta-feira, 24 de junho de 2011


Governo responderá até o dia 15 de julho às principais
 reivindicações salariais

Em audiência realizada ontem (22), o governo do Estado se comprometeu a responder
 até o dia 15 de julho se atenderá ou não às principais reivindicações salariais da
categoria: reajuste salarial de 26%, descongelamento do plano de carreira dos funcionários
 administrativos e antecipação das parcelas da incorporação do Nova Escola.
A audiência contou com a presença da direção do SEPE, dos secretários de Planejamento
 e de Educação, além de deputados estaduais. O Sindicato procurou mostrar a justiça
e a viabilidade destas propostas apresentando dados da receita estadual e comparações
 salariais com outras redes públicas. O governo estadual teve que admitir que o salário
dos profissionais da educação é baixo, mas não se mostrou disposto a apresentar uma
proposta concreta na reunião, remetendo ao prazo de 15 de julho.

Ainda na audiência, ficou acertado que o reajuste da GLP será pago com o salário de
Junho e que um novo lote de enquadramento por formação virá com o salário de julho.
 Neste lote, segundo os secretários, estarão incluidos os professores 40 horas que
 aguardam ansiosamente por este direito.

Sobre as escolas compartilhadas que estão ameaçadas de fechamento, o secretário
 de educação informou que nada ocorrerá até o final de julho, quando os relatórios
 das equipes que estão visitando as escolas devem estar finalizados. Informou ainda
 que não haverá junção de turmas e que os problemas de segurança serão considerados
 no momento de definir as mudanças. Solicitamos que, antes de qualquer transferência
 ou mudança, o secretário receba uma comissão de profissionais destas escolas em
conjunto com a direção do SEPE, proposta que foi aceita pelo secretário Risolia.

Por fim, o Secretário de Educação solicitou que o sindicato suspendesse o boicote
ao SAERJ. A direção do SEPE informou que esta é uma decisão soberana da assembléia
 da categoria e que somos contrários a qualquer avaliação externa, meritocrática e
vinculada a remunerações variáveis. Acreditamos na avaliação mediadora e diagnóstica
 e não em medidas classificatórias e discriminadoras como o Plano de Metas.


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