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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Filmes e séries (Planeta dos Macacos e Camelot)


Planeta dos Macacos  Título Original: Planet of the Apes
  Gênero: Ação | Aventura | Ficção Científica
  Ano de Lançamento: 2001
  Duração: 119 min
  País de Produção: EUA
  Diretor(a): Tim Burton
[ Agradecimento pela colaboração: Alberto ]
Sinopse:
No ano 2029, da estação espacial Oberon, são enviadas missões de reconhecimento interestelar, pilotadas por chipanzés, rumo ao espaço mais remoto. Em uma destas missões, um chipanzé perde o contato e o radar não mais acusa sua posição. O destemido astronauta Leo Davidson decola em missão de resgate e, devido a uma falha técnica, acaba pousando em um planeta que muito lembrava a selva que conhecemos no Planeta Terra. Para supresa de Leo, macacos falando inglês e humanos primitivos habitavam este planeta. Após ter sido capturado por macacos e conseguido escapar, Leo consegue juntar alguns poucos humanos rebeldes e macacos sensíveis à causa e tenta restabelecer a comunicação com Oberon, mas sua meta sofre alterações quando se depara com uma descoberta inesperada. Munido desta nova informação, Leo lidera uma rebelião contra o exacerbado poder dos macacos que resultaria em liberdade total ou completa destruição. 

Elenco:
Mark Wahlberg ... Captain Leo Davidson
Tim Roth ... Thade
Helena Bonham Carter ... Ari
Michael Clarke Duncan ... Attar
Paul Giamatti ... Limbo
Estella Warren ... Daena
Cary-Hiroyuki Tagawa ... Krull
David Warner ... Sandar
Kris Kristofferson ... Karubi
Erick Avari ... Tival
Luke Eberl ... Birn
Evan Parke ... Gunnar (como Evan Dexter Parke)
Glenn Shadix ... Senator Nado
Freda Foh Shen ... Bon
Chris Ellis ... Commander Karl Vasich
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Posted: 30 Aug 2011 06:00 AM PDT
Os homens de Camelot descobrem que o território além do castelo está cheio de perigo e desordem. Arthur fica sabendo que Guinevere vai sozinha ver o pai e vai atrás dela para protegê-la na...
Posted: 30 Aug 2011 03:00 AM PDT
Arthur cria o primeiro tribunal de justiça de Camelot, que toma forma através de uma batalha de vontades e não sangue. Ajudado pela a astuta Sybil, Morgana se estende para as pessoas da cidade em sua...

Escritores

Escritoreshttp://portalliteral.terra.com.br/registro/login.php

Existe um entendimento, por parte não pequena do povo, que escritor é o homem trabalhador das letras, e delas vive.
Nada pode ser tão falso. Muitos e muitos escritores famosos só foram descobertos após anos de trabalho, publicado ou não. A literatura guarda muita semelhança com suas irmãs. A arte, sendo expressão humana, é muito igual. Parece que a mais próxima é a pintura e outras artes plásticas. 
Como são enaltecidos alguns artistas destas áreas, e como o contrário é verdadeiro. Parto do seguinte pressuposto: todo aquele que escreve é escritor. Se ele é bom ou mal, só os leitores e a crítica isenta podem dizer. Ser escritor não implica de jeito nenhum que exista a obrigação de já haver publicado alguma coisa da sua obra. Editores de hoje não se interessam por talento, mas pela capacidade de gerar lucros que determinado autor é capaz de fazer.
Os artistas são todos não bem entendidos como tal, no meio do povo. Fernando Pessoa, hoje leitura obrigatória de quem quer escrever bem, apareceu muitos anos após seus poemas. Van Gogh é exemplo clássico. Jamais vendeu um só óleo que executou, embora alguns conhecedores afirmem que vendeu um, a uma brasileira que morava na Europa. Hoje não existe dinheiro que pague um quadro de girassóis num jarro, como não existem obras do holandês no mercado.
Ora, isto desmente de todo a afirmação, por exemplo, que é pintor quem vive da sua arte, ou é escritor quem tem livro publicado, vendendo bem.
É o mercantilismo invadindo lugares onde têm que ser posto para correr. É verdade que temos bons ou maus escritores, mas este é outro aspecto da questão. No Brasil, poucos conseguiram ou conseguem viver da literatura, fato notório. O próprio João Ubaldo escreve para jornais conhecidos, defendendo seu sustento, quando na atualidade é o melhor autor brasileiro, se esta afirmação é cabível.
Fagundes Varela, por exemplo, vivia da mesada que o pai lhe dava. Sem dúvida, é um dos mais seguros e conscientes poetas brasileiros. Não vou fazer rol; não teria fim.
A indústria de editores norte-americanos sabe preparar um lançamento que será best seller por meses, trazendo excelente lucro e remunerando muito bem o autor, que logo se torna rico. 
São as faces do mundo contemporâneo, capazes de afirmação medíocre e visão limitada no mundo da Arte.
Escritor é todo aquele que escreve prosa ou verso, independente de qualquer outra necessidade.
É o talento de criar. Aqui recai uma face distinta. Um conceituado médico ou advogado, por exemplo, quando publica ou escreve seus trabalhos, está divulgando conhecimento especializado. Não é artista, fato que não o diminui.
Escritor é aquele que com o seu talento e arte, comunica-se com o mundo, divulga sua idéia. Escreve. 


tags: Niterói RJ literatura



Jorge Sader Filho - perfil
Niterói, RJ

sobre o usuário
Advogado e escritor
Colunista político do Vote Brasil
Colaborador do Pravda
Participante dos sites Recanto das Letras, Blocos Online, Garganta da Serpente
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Filmes

FIlmes


Uma Mente Brilhante (2001)  Título Original: A Beautiful Mind
  Gênero: Biografia | Drama
  Ano de Lançamento:2001
  Duração: 135 min
  País de Produção: EUA
  Diretor(a): Ron Howard
Sinopse:
O filme retrata a história da dura vida do matemático John Nash, que no meio do século passado revolucionou as teorias econômicas com suas idéias originais que ele tanto procurou. A história começa com sua vida na faculdade e vai até 1994, quando o mesmo ganhou o prêmio Nobel.

Elenco:
Russell Crowe ... John Nash
Ed Harris ... Parcher
Jennifer Connelly ... Alicia Nash
Christopher Plummer ... Dr. Rosen
Paul Bettany ... Charles
Adam Goldberg ... Sol
Josh Lucas ... Hansen
Anthony Rapp ... Bender
Jason Gray-Stanford ... Ainsley
Judd Hirsch ... Helinger
Austin Pendleton ... Thomas King
Vivien Cardone ... Marcee
Jillie Simon ... Bar Co-Ed (como Jill M. Simon)
Victor Steinbach ... Professor Horner
Tanya Clarke ... Becky
http://www.filmesepicos.com/2011/08/uma-mente-brilhante-2001.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+FilmesEpicos+%28%3A%3A+FILMES+EPICOS+%3A%3A%29



Posted: 29 Aug 2011 06:00 AM PDT
Roma, 23 de agosto do ano 910 d. C., amanhã este mundo chega ao fim. O que seria experimentar um dos momentos mais terríveis da história humana, a destruição do centro da civilização? Por mais de...
Posted: 29 Aug 2011 05:00 AM PDT
A visão popular da sociedade celta é que ele era primitivo e civilizado. Terry Jones prepara-se para contestar esta visão. Longe de ser primitivo em comparação com Roma, era uma sociedade avançada...



Cabral sanciona algumas propostas e vete outras


10h17: Cabral sanciona 5% e antecipação do Nova Escola,
mas veta abono, 1/3 de planejamento e enquadramento
por formação de funcionários

governador Sergio Cabral sancionou boa parte do Projeto de Lei 677 aprovado dia 11
de agosto pelos deputadosestaduais em negociação com o Sepe. O PL agora passa a ser
 a Lei nº 6.026. Cabral aprovou o reajuste de 5% para osprofessores (setembro como
mês de referência); a antecipação de parcelas da gratificação “Nova Escola” (julho de
 2012para julho de 2011; julho de 2013 para julho de 2012; e julho de 2014 e 2015
para julho de 2013); o reajuste de 14,6%para o animador cultural; e o descongelamento
 da quase totalidade do Plano de Carreira dos funcionários (lei nº 1.348).

No entantoele vetou os parágrafos 1º e 2º do Artigo 1º, que trata do abono dos dias
 paradosVetou também os  parágrafos 1º e 2º do Artigo 3º - o primeiro parágrafo
garante na carga horária do professor 2/3 em sala de aula e 1/3 de planejamento;
 e o segundo parágrafo garante o enquadramento por formação para o funcionário
administrativo,como rege a Lei 1.348 (Plano de Carreira do funcionário da Educação).

Sepe protesta veementemente contra os vetos do governadortendo em vista que
as emendas reprovadas foramacordadas com o presidente da Alerjdeputado Paulo Melo,
 com o líder do governo naquela casa, deputado AndréCorrea, e com os próprios
secretários de Educação e o de Planejamento, Wilson Risolia e Sergio Ruyrespectivamente.

Sepe continuará o trabalho de convencimento dos deputados da importância da
educação pública de qualidade e paraque estes vetos do governador Cabral sejam
 derrubados pela Alerj – a lei, agora, volta para a Alerj para que os vetossejam debatidos
 pelos parlamentaresAfinalnão faz sentido, a nosso verque um projeto de lei tão
duramentenegociado entre os deputadossecretários e o sindicato sofra cortes
exatamente nas emendas onde houve acordo entreestas partes.

Em relação à questão jurídicainformamos que a liminar do Sepe que impede o
desconto ainda não teve seu méritodiscutido pelo Tribunal, o que poderá ocorrer a
qualquer momento.  Por fimconvocamos os profissionais das escolas que estejam
 sofrendo retaliações por causa da greve que compareçam ao ato público hojeàs 10h,
em frente à Seeduc.


Fonte
http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=2443

domingo, 28 de agosto de 2011

O "Sonho Brasileiro"


Sonhos bolivianos viram pesadelos no Brasil

Publicada em 27/08/2011 às 21h02m
Leila Suwwan (leila@sp.oglobo.com.br)
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Família de bolivianos que fugiu do trabalho escravo no no Brasil /Foto de Leila Suwwanl
SÃO PAULO - Na região central de São Paulo, em pleno horário comercial, centenas de casas e lojas amanhecem e anoitecem com seus portões abaixados e janelas fechadas, para abafar o ruído das máquinas de costura. Atrás das portas trancadas, milhares de imigrantes bolivianos vivem e trabalham em aglomerados que confundem as linhas entre o cooperativismo, a terceirização e a degradação. Em muitos casos, o regime é análogo à escravidão. Os fiscais do trabalho começaram a desbaratar o esquema, alimentado por grandes lojistas e intermediários. Mas para o batalhão de trabalhadores, que cruzaram a fronteira para tentar o "sonho brasileiro", as oficinas de costura representam uma chance de melhorar de vida.
Cerca de 300 mil bolivianos vivem hoje no país, sendo que 250 mil se fixaram em São Paulo, de acordo com o consulado. A comunidade se torna visível em dia de grandes festas, como a de Nossa Senhora de Copacabana, patrona da Bolívia. Mas a integração ainda está longe. Os traços indígenas, a barreira do idioma e a retração cultural ajudam a propagar a discriminação.
Para os que fugiram da miséria rural ou da periferia urbana em seu países, as oficinas oferecem proteção, por meio da reclusão comunitária, e uma fórmula para ganhar dinheiro, já que o pagamento, em geral é por peça costurada.
- A demanda nessa área é enorme. O país está melhorando e isso atrai o imigrante, que pode ocupar o espaço que o brasileiro não quer mais, de mão-de-obra barata. Quem está disposto a trabalhar das 6h às 22h (16 horas) e ganhar R$ 500? - explica Roque Pattussi, 48, coordenador do Centro de Apoio ao Migrante (CAMI), ligado à CNBB.
_ É difícil para muitos bolivianos conseguir entender que estão em situação análoga à escravidão, porque começam a ter alguma esperança, algo que não tinham diante da miséria e da fome.
Segundo as entidades que combatem o trabalho escravo, esse fluxo de trabalhadores cria uma situação conveniente para a cadeia produtiva, que prefere terceirizar a baixo custo usando uma série de intermediários. Mas alguns grandes lojistas já começam a ser responsabilizados pelo Ministério do Trabalho, a exemplo da operação que flagrou a produção de peças da Zara, multinacional espanhola.
Na rua Coimbra, uma "pequena Bolívia", uma líder da comunidade, a sra. Alicia Orellana, reconta sua trajetória, que se confunde com a evolução das oficinas. Ela própria, há duas décadas, montou sua oficina e chegou a ter 50 máquinas. Mas desistiu no negócio e voltou ao ramo alimentício quando compreendeu que não conseguiria cumprir as leis brasileiras.
- Eu não acho que seja escravidão, como estão dizendo. Os bolivianos não são forçados, costuram voluntariamente. Costuram muito para ganhar mais, são pagos por peça. Somos pessoas muito trabalhadoras e muito humildes e no nosso país simplesmente não há oportunidade - disse doña Alicia, como é conhecida.
- Eu mesma já costurei dia e noite. Ajudei a criar meus irmãos e formei meus filhos. Os sobrinhos que repetissem de ano no colégio eram mandados para o Brasil para trabalhar. A família se ajuda dessa forma. Mas fechei a oficina quando vi na televisão um coreano que colocou bolivianos para costurar no porão. Todos
precisam respeitar a lei.
As nuances culturais e econômicas da questão não evitam que algumas denúncias, de casos mais flagrantes, venham à tona. Na última quinta, o GLOBO acompanhou a saga de uma família que fugiu com a roupa do corpo de uma oficina no Brás. O casal, com três filhos pequenos, peregrinou da polícia até o sindicato das costureiras, onde pediam ajuda para receber os salários atrasados, retidos pelo patrão. Com medo de represálias, pediram resguardo de seus nomes e rostos.
- Viemos porque nos falaram mil maravilhas do Brasil. Pensávamos que o trabalho de costura era diferente, que estaríamos em firmas ou fábricas. Em um ano passamos por três oficinas e nesta última, fomos muito maltratados - conta N., 28, que começou a chorar quando explicava que começou a enlouquecer com as ameaças, o medo e a jornada excessiva.
- Trabalhava 17 horas por dia e não podia levantar para ir no banheiro. Vi minha mulher e meus filhos chorando, e não podia fazer nada, estava sem saída. Se defendesse minha família, poderia ir preso. Não sei o que meu patrão pode fazer conosco, mas precisamos recuperar nosso dinheiro - completou.
Sua mulher, V., 23 anos e grávida, cozinhava para 28 pessoas, com a promessa de R$ 400 mensais. Mas conta que sofria assédio moral e até agressões, enquanto o marido estava retido na máquina de costura. Viviam em um pequeno cômodo, sem janelas. A casa tinha goteiras, baratas, e era dominada pelo cheiro do esgoto quebrado. As saídas eram barradas ou controladas. Ao cobrar os salários atrasados, a família foi ameaçada e decidiu fugir.
Em outros casos, "o sonho brasileiro" parece possível. Distante da desgraça da semiescravidão, muitas famílias conseguem realizar as metas mais imediatas: "tener papeles" e "se independizar". Nas filas dos centros de apoio, os bolivianos engrossam as filas para pedir ajuda com seus documentos, na corrida de regularização criada pela anistia de 2009. Mesmo em situação regular, são raros aqueles que aceitam falar com jornalistas.
No Centro Pastoral do Migrante (CPM), Vanessa e Germán, com o filho de um ano, contam, com humildade e orgulho, suas trajetórias. São bolivianos que se conheceram em São Paulo e que, depois de passar por oficinas de parentes, hoje costuram por conta própria.
- Cheguei há três anos. Foi muito difícil e triste, deixei minha família e vim trabalhar com um tio. Acho que não me adaptei muito, ainda tenho dificuldade com o português _ conta Vanessa, 23, com o filho brasileiro de 1 ano no colo.
O marido esclarece que pretende um dia retornar para La Paz, com as economias acumuladas.
- Hoje temos nossa oficina. Nos dois costuramos em casa e conseguimos R$ 1800 por mês, cada um. É uma situação muito melhor - disse Germán, 25.
Para o padre Mario Geremia, que chefia a CPM, o fluxo boliviano é mal compreendido no país. Ele reconhece que há casos flagrantes, com tráfico de humanos e situações análogos à escravidão, com retenção de documentos e privação de liberdade. Mas, para ele, a exploração vem do alto da cadeia produtiva e, por isso, é difícil que o trabalhador veja o dono da oficina como seu opressor.
- Há três décadas que vemos isso acontecer. No começo, achávamos que a regularização da situação migratória era o caminho para a regularização trabalhista. Ou seja, se estiver "legalizado", não seria explorado. Isso não é verdade. Nem vai ser. Com a formalização, a conta do trabalhador não fecha - disse Geremia.
Segundo ele, a "conta não fecha" quando um o boliviano tem a carteira assinada, mas precisa pagar aluguel, comida, transporte e fazer remessas para familiares em seu país.
- Porém, culpar o trabalhador é muito simples. São Paulo está saindo na frente, as autoridades estão vendo que a "culpa" não é precisamente do dono da oficina, que muitas vezes é desinformado e tenta ajudar o próximo, ainda que reproduza padrões de exploração. Estamos conseguindo focar no grande fornecedor e nos grandes lojistas, que exploram essa situação _ completou.
No CAMI, a advogada Marina Novaes conta que o trabalho também precisa ser feito nas bases, com a conscientização dos trabalhadores. O centro oferece apoio jurídico e encaminha denúncias quando as recebe, protegendo o anonimato. Mas alguns casos se complicam.
- Uma boliviana, que foi traficada e que estava sem documentos, queria nossa ajuda para reaver da patroa um par de chinelos e uma foto de seu filho. Ela temia "brujería". Mas depois da denúncia na polícia e a prisão da patroa, ela chorou. A queixa dela não era contra a quase escravidão, era pelas havaianas _ conta Marina.


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Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/26/sonhos-bolivianos-viram-pesadelos-no-brasil-925229446.asp

Cavalos foram domesticados


Cavalos foram domesticados há mais de 9 mil anos por civilização que habitava no que é hoje a Arábia Saudita

Plantão | Publicada em 27/08/2011 às 08h35m
O Globo (ciencia@oglobo.com.br)
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RIO - Restos de uma civilização antiga encontrados na Arábia Saudita mostram que ela já domesticava cavalos há mais de 9 mil anos, pelo menos 4 mil anos antes do que se pensava. Estudos anteriores indicavam que os animais tinham começado a ser usados pelo homem há 5 mil anos na Ásia Central.
A civilização, batizada al-Maqari, estava baseada próxima da atual cidade saudita de Abha, na província de Asir, no sudoeste do país. Entre os restos descobertos pelos arqueólogos estavam séries de estátuas de animais, como bodes, cachorros e gaviões, além de um busto de um cavalo de cerca de um metro de altura. Eles também encontraram pontas de flechas, ferramentas de pedra e de fiar e pilões para triturar grãos que refletem o estágio de desenvolvimento da civilização.
- Uma estátua de um animal dessas dimensões e tão antiga nunca tinha sido encontrada em qualquer outro lugar do mundo - disse Ali al-Ghabban, vice-presidente do Departamento de Museus Antiguidades da Arábia Saudita


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Fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/08/26/cavalos-foram-domesticados-ha-mais-de-9-mil-anos-por-civilizacao-que-habitava-no-que-hoje-arabia-saudita-925223853.asp