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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A Formiguinha - Bom final de semana!

De volta pra casa

Roma Revelada - Epis.06: César (NGC)


Roma Revelada  Título Original: Rome Unwrapped
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2010
  Duração: 60 min (por episódio)
  País de Produção: EUA
  Produção: National Geographic Channel
[ Atendendo ao Pedido de: ajduailibemarao ]
Sinopse:
Série exibida no Brasil pelo Discovery Channel Brasil, produzida originalmente pela Atlantic para o National Geographic. Você conhecerá personagens e lugares representativos da Antiguidade Clássica no Império Romano sob uma luz completamente nova: por meio de informações baseadas nas recentes pesquisas e descobertas arqueológicas, somadas à sofisticada tecnologia do século XXI para a reconstrução computadorizada do momento histórico. Indo além dos relatos oficiais de imperadores e da elite romana, as fontes renomadas consultadas na série investigam quais eram as experiências e vivências das ‘classes trabalhadoras’ do Império, colocando em xeque a idéia tradicional que temos da Roma Antiga. 

Episódio 06: CÉSAR
Era o final da República Romana e o nascimento da Roma Imperial. Um tempo de tirania e traições, de grandes gestos públicos e acordos secretos. Em 44 AC, Júlio César foi derrubado pelos seus colegas do Senado. Aqui será revelado como cada ação de César levou-o mais perto da morte. E como seu talento, seu ego e suas vontades levaram Roma à glória – e ao desastre. Ele foi chamado de herói e de vilão. Assim também os que assassinaram.

Mais:
http://www.filmesepicos.com/2011/09/roma-revelada-epis06-cesar-ngc.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+FilmesEpicos+%28%3A%3A+FILMES+EPICOS+%3A%3A%29

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Bons tempos!! rsrsrsr

Malcolm X

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Proposta de aumento da carga horária: 200 para 220 por ano...



Sugestão da Professora Roselane Santos Lima

Os escravistas contra Lula


Internacional| 27/09/2011 | Copyleft 

Os escravistas contra Lula

Em meio ao debate sobre a crise econômica internacional, Lula chegou a França. Seria bom que soubesse que, antes de receber o doutorado Honoris Causa da Sciences Po, deveria pedir desculpas aos elitistas de seu país. Um trabalhador metalúrgico não pode ser presidente. Se por alguma casualidade chegou ao Planalto, agora deveria guardar recato. No Brasil, a casa grande das fazendas estava reservada aos proprietários de terras e escravos. Assim, Lula, agora, silêncio, por favor. Os da casa grande estão enojados. O artigo é de Martín Granovsky, do Página/12.

Podem pronunciar “sians po”. É, mais ou menos, a fonética de “sciences politiques”. E dizer Sciences Po basta para referir o encaixe perfeito de duas estruturas: a Fundação nacional de Ciências Políticas da França e o Instituto de Estudos Políticos de Paris. Não é difícil pronunciar “sians po”. O difícil é entender, a esta altura do século XXI, como as ideias escravocratas seguem permeando os integrantes das elites sul-americanas. Na tarde desta terça, Richar Descoings, diretor da Sciences Po, entregará pela primeira vez o doutorado Honoris Causa a um latino-americano: o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Descoings falará e, é claro, Lula também.

Para explicar bem sua iniciativa, o diretor convocou uma reunião em seu escritório na rua Saint Guillaume, muito perto da igreja de Saint Germain des Pres. Meter-se na cozinha sempre é interessante. Se alguém passa por Paris para participar como expositor de duas atividades acadêmicas, uma sobre a situação política argentina e outra sobre as relações entre Argentina e Brasil, não está mal que se meta na cozinha de Sciences Po.

Pareceu o mesmo à historiadora Diana Quattrocchi Woisson, que dirige em Paris o Observatório sobre a Argentina Contemporânea, é diretora do Instituto das Américas e foi quem teve a ideia de organizar as duas atividades acadêmicas sobre a Argentina e o Brasil, das quais também participou o economista e historiador Mario Rapoport, um dos fundadores do Plano Fênix há dez anos.

Naturalmente, para escutar Descoings foram citados vários colegas brasileiros. O professor Descoings quis ser amável e didático. Sciences Po tem uma cátedra de Mercosul, os estudantes brasileiros vão cada vez mais para a França, Lula não saiu da elite tradicional do Brasil, mas chegou ao máximo nível de responsabilidade e aplicou planos de alta eficiência social.

Um dos colegas perguntou se era correto premiar alguém que se jacta de nunca ter lido um livro. O professor manteve sua calma e o olhou assombrado. Talvez saiba que essa jactância de Lula não consta em atas, ainda que seja certo que não tem título universitário. Certo também é que, quando assumiu a presidência, em 1° de janeiro de 2003, levantou o diploma que os presidentes recebem no Brasil e disse: “É uma pena que minha mãe morreu. Ela sempre quis que eu tivesse um diploma e nunca imaginou que o primeiro seria o de presidente da República”. E chorou.

“Por que premiam a um presidente que tolerou a corrupção?” – foi a pergunta seguinte.

O professor sorriu e disse: “Veja, Sciences Po não é a Igreja Católica. Não entra em análises morais, nem tira conclusões apressadas. Deixa para o balanço histórico esse assunto e outros muitos importantes, como a instalação de eletricidade em favelas em todo o Brasil e as políticas sociais”. E acrescentou, pegando o Le Monde: “Que país pode medir moralmente hoje outro país? Se não queremos falar destes dias, recordemos como um alto funcionário de outro país teve que renunciar por ter plagiado uma tese de doutorado de um estudante”. Falava de Karl-Theodor zu Guttenberg, ministro de Defesa da Alemanha até que se soube do plágio.

Mais ainda: “Não desculpamos, nem julgamos. Simplesmente não damos lições de moral a outros países”.

Outro colega perguntou se estava bem premiar alguém que, certa vez, chamou Muamar Kadafi de “irmão”.

Com as devidas desculpas, que foram expressadas ao professor e aos colegas, a impaciência argentina levou a perguntar onde Kadafi havia comprado suas armas e que país refinava seu petróleo, além de comprá-lo. O professor deve ter agradecido que a pergunta não tenha mencionado com nome e sobrenome França e Itália.

Descoings aproveitou para destacar Lula como “o homem de ação que modificou o curso das coisas”, e disse que a concepção de Sciences Po não é o ser humano como “uns ou outros”, mas sim como “uns e outros”. Marcou muito o “e”, “y” em francês.

Diana Quattrocchi, como latino-americana que estudou e se doutorou em Paris após sair de uma prisão da ditadura argentina graças à pressão da Anistia Internacional, disse que estava orgulhosa que Sciences Pos desse o Honoris Causa a um presidente da região e perguntou pelos motivos geopolíticos.

“Todo o mundo se pergunta”, disse Descoings. “E temos que escutar a todos. O mundo não sabe sequer se a Europa existirá no ano que vem”.

Na Sciences Po, Descoings introduziu estímulos para o ingresso de estudantes que, supostamente, estão em desvantagem para serem aprovados no exame. O que se chama discriminação positiva ou ação afirmativa e se parece, por exemplo, com a obrigação argentina de que um terço das candidaturas legislativas devam ser ocupadas por mulheres.

Outro colega brasileiro perguntou, com ironia, se o Honoris Causa a Lula fazia parte da política de ação afirmativa da Sciences Po. Descoings observou-o com atenção antes de responder. “As elites não são só escolares ou sociais”, disse. “Os que avaliam quem são os melhores são os outros, não os que são iguais a alguém. Se não, estaríamos frente a um caso de elitismo social. Lula é um torneiro mecânico que chegou à presidência, mas segundo entendi não ganhou uma vaga, mas foi votado por milhões de brasileiros em eleições democráticas”.

Como Cristina Fernández de Kirchner e Dilma Rousseff na Assembleia Geral das Nações Unidas, Lula vem insistindo que a reforma do FMI e do Banco Mundial está atrasada. Diz que esses organismos, tal como funcionam hoje, “não servem para nada”. O grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ofereceu ajuda para a Europa. A China sozinha tem o nível de reservas mais alto do mundo. Em um artigo publicado no El País, de Madri, os ex-primeiros ministros Felipe González e Gordon Brown pediram maior autonomia para o FMI. Querem que seja o auditor independente dos países do G-20, integrado pelos mais ricos e também, pela América do Sul, pela Argentina e pelo Brasil. Ou seja, querem o contrário do que pensam os BRICS.

Em meio a essa discussão, Lula chega a França. Seria bom que soubesse que, antes de receber o doutorado Honoris Causa da Sciences Po, deve pedir desculpas aos elitistas de seu país. Um trabalhador metalúrgico não pode ser presidente. Se por alguma casualidade chegou ao Planalto, agora deveria guardar recato. No Brasil, a casa grande das fazendas estava reservada aos proprietários de terras e escravos. Assim, Lula, agora, silêncio, por favor. Os da casa grande estão enojados.

Tradução: Katarina Peixoto

Fotos Interessantes

Acabei de receber essas imagens por e-mail, verdadeiras preciosidades, retratos de um tempo distante, ou nem tanto...


Elvis Presley no exército


Hollywood há muito tempo atrás


Encontro de titãs: Chukis Norris e Bruce Lee



Primeiro computador do mundo



Boletim escolar de Albert Einsten



Titanic antes de zarpar




Família Bin Laden. Adivinha onde está o Osama...



Momento em que Bush fica sabendo do atentado no WTC



Bob Marley no Brasil



Silvio Santos rapazote



Local onde viria a ser construído o Cristo Redentor



Brasília antigamente



O primeiro McDonald's


Beatles no comecinho da carreira


Fotos: Reprodução/Pretinho Básico

John Lennon dando autógrafo àquele que no futuro tiraria a sua vida...



Incrível, né?!

Roma Revelada - Epis.05: A Superpotência (NGC)


Roma Revelada  Título Original: Rome Unwrapped
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2010
  Duração: 60 min (por episódio)
  País de Produção: EUA
  Produção: National Geographic Channel
[ Atendendo ao Pedido de: ajduailibemarao ]
Sinopse:
Série exibida no Brasil pelo Discovery Channel Brasil, produzida originalmente pela Atlantic para o National Geographic. Você conhecerá personagens e lugares representativos da Antiguidade Clássica no Império Romano sob uma luz completamente nova: por meio de informações baseadas nas recentes pesquisas e descobertas arqueológicas, somadas à sofisticada tecnologia do século XXI para a reconstrução computadorizada do momento histórico. Indo além dos relatos oficiais de imperadores e da elite romana, as fontes renomadas consultadas na série investigam quais eram as experiências e vivências das ‘classes trabalhadoras’ do Império, colocando em xeque a idéia tradicional que temos da Roma Antiga. 

Episódio 05: A SUPERPOTÊNCIA
Durante 500 anos, Roma lutou, reinou e enriqueceu. Ainda hoje historiadores e estudiosos tentam entender como. Nas ruínas do seu porto e nas evidências que seu povo nos legou jazem os segredos do sucesso dos antigos romanos. Da inovação, diplomacia e um extremo talento para a organização, à brutalidade, ganância sem limites e ambição desenfreada, constrói-se a ascenção e declínio do Império – este é o milagre romano: cinco séculos do maior poder que já se viu na Terra

mais:
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terça-feira, 27 de setembro de 2011

1938 Guia de Namoro para mulheres solteiras

1938 Guia de Namoro para mulheres solteiras

Aparentemente
para as senhoras, as chaves  para o sucesso no namoro na década de 1930 era não falar muitousar um sutiãe não desmaiar no meio da saída como uma bêbada.



























http://alligator-sunglasses.com/post/390543309/vintage-1938-dating-guide-single-women

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Extrema direita universitária se alia a skinheads


http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/extrema-direita-universitaria-se-alia-a-skinheads/n1597226175495.html

Extrema direita universitária se alia a skinheads

Jovens estudantes neo-conservadores fogem ao estereotipo de arruaceiros mas defendem ação violenta das gangues

Nara Alves e Ricardo Galhardo, iG São Paulo 26/09/2011 07:00


Eles não são fortões, não lutam artes marciais, não usam tatuagens com suásticas e preferem os livros e computadores às facas e socos ingleses. Em vez de estações de metrô e shows de punk rock, seu habitat natural são as quitinetes apertadas do Crusp ou os vastos gramados da USP (Universidade de São Paulo). Eles são os neoconservadores, jovens universitários que defendem valores como o direito à propriedade e a fidelidade matrimonial.
À primeira vista, parecem mais universitários comuns, magricelas, com suas calças largas, camisetas amarrotadas e a barba por fazer. Mas apesar de estarem longe do estereotipo do jovem arruaceiro, cerraram fileiras ao lado de skinheads musculosos nas marchas em defesa do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e na anti-Marcha da Maconha.
“Estamos aqui para batalhar tanto intelectualmente quanto fisicamente”, apregoa Celso Zanaro, 22 anos, estudante de Geografia da USP. “O que precisamos é de homens dispostos a morrer por seus valores”, completou.
Foto: ReproduçãoAmpliar
Folheto faz propaganda da UCC na USP
Zanaro é um dos quatro integrantes do núcleo duro da União Conservadora Cristã (UCC), organização criada em julho do ano passado nos corredores da USP com os objetivos declarados de defender valores como o casamento, a fidelidade conjugal, direito à propriedade e combater o predomínio do pensamento marxista no meio acadêmico e político.
Pouco mais de um ano depois da criação, a UCC conta com 16 membros, 14 da USP e dois da Unicamp. Parece pouco mas nas eleições para o diretório central da USP, os neoconservadores ficaram em 5º lugar entre as dez chapas concorrentes.
“Na época da campanha fomos procurados pela juventude do PSDB mas não dá para fazer aliança aqui dentro”, disse Zanaro.
Em mais de duas horas de conversa, entre um cigarro e outro, o estudante citou pelo menos 15 autores conservadores, muitos deles nunca traduzidos para o português. Mas as principais referências do grupo são o jornalista Olavo de Carvalho (que defende a pena de morte para os comunistas), o integralismo (versão brasileira do nazismo) de Plínio Salgado e o ultra-conservadorismo de Plínio Correia de Oliveira, fundador da extinta TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade).
Sobre a ditadura militar, Zanaro diz: “Se negarmos com veemência a ditadura não estaremos fazendo nada a mais do que reforçar o discurso comunista. A ditadura foi necessária num contexto”.
Na verdade, ele lamenta a falta de pulso do comando atual das Forças Armadas por não intervir no governo Luiz Inácio Lula da Silva durante o escândalo do mensalão.
“A função das Forças Armadas é respaldar as instituições democráticas. O Legislativo é uma delas. A partir do momento em que existiu um esquema para comprar o Legislativo e as Forças Armadas não depuseram o presidente, elas não cumpriram seu papel”.
Para os jovens da UCC, a USP é um antro comunista, nenhum partido político é suficientemente conservador, a pedofilia na Igreja é fruto da infiltração de agentes da KGB, o sexo é uma forma de idiotização da juventude, Geraldo Alckmin colocou uma mordaça gay na sociedade paulista, Fernando Henrique Cardoso foi o criador de Lula e Lula é o próprio anticristo.
Embora tenha resistido à abordagem da juventude tucana, a UCC votou em massa em José Serra nas eleições presidenciais do ano passado, mas com ressalvas. “Serra é um sujeito que, embora tenha se aliado a setores conservadores e renegado uma postura mais virulenta de esquerda, não abandonou totalmente estes ideais”, justificou.
Os integrantes da UCC dizem ser contra qualquer tipo de violência mas não escondem a admiração pelos skinheads, aliados de ocasião. “Essa postura de combate me inspira muito. Uma inteligência que não está disposta ao combate é uma inteligência vazia”, disse Zanaro que, no entanto, faz questão de demarcar o território. “Eles se dizem de extrema-direita mas o líder deles é vegetariano”.
A aproximação tem base na argumentação ideológica dos neoconservadores, segundo a qual é necessária uma elite intelectual que sirva de referência para a massa. “Uma massa conservadora sem uma elite é uma massa de manobra. Não existe educação para as massas. Precisamos de uma alta cultura que sirva de referência para estas massas”, disse Zanaro.
Apesar da aproximação com grupos que, no limite, praticam a intolerância contra minorias, o líder da UCC esclarece que o movimento não tem ligações como nazismo. “Não somos neonazistas. Ao contrário. Defendemos o estado de Israel”.

Série Roma revelada 4


Roma Revelada  Título Original: Rome Unwrapped
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2010
  Duração: 60 min (por episódio)
  País de Produção: EUA
  Produção: National Geographic Channel
[ Atendendo ao Pedido de: ajduailibemarao ]
Sinopse:
Série exibida no Brasil pelo Discovery Channel Brasil, produzida originalmente pela Atlantic para o National Geographic. Você conhecerá personagens e lugares representativos da Antiguidade Clássica no Império Romano sob uma luz completamente nova: por meio de informações baseadas nas recentes pesquisas e descobertas arqueológicas, somadas à sofisticada tecnologia do século XXI para a reconstrução computadorizada do momento histórico. Indo além dos relatos oficiais de imperadores e da elite romana, as fontes renomadas consultadas na série investigam quais eram as experiências e vivências das ‘classes trabalhadoras’ do Império, colocando em xeque a idéia tradicional que temos da Roma Antiga. 

Episódio 04: ENGENHARIA
Roma era o maior império, a mais poderosa força militar e a mais avançada civilização na face da Terra. Embora tenham restado apenas vestígios dessa civilização e a maior parte das ruínas continue soterrada sob as modernas ruas da cidade, a história dos romanos da Antiguidade ainda está lá, escrita em pedra. Com as novas descobertas e os novos métodos científicos, fragmentos até agora indecifráveis são colocados juntos, completando o quebra-cabeça. À época primordial, os habitantes da região tomaram posse de um pântano e o aterraram, criaram o concreto e o aperfeiçoaram – o material de construção mais versátil conhecido até hoje. Escavaram milhares de toneladas de mármore, e as utilizaram para construir a capital imperial, durante séculos de inovação, resistência e ambição.

Mais:
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domingo, 25 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

Série Roma revelada 3


Roma Revelada  Título Original: Rome Unwrapped
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2010
  Duração: 60 min (por episódio)
  País de Produção: EUA
  Produção: National Geographic Channel
[ Atendendo ao Pedido de: ajduailibemarao ]
Sinopse:
Série exibida no Brasil pelo Discovery Channel Brasil, produzida originalmente pela Atlantic para o National Geographic. Você conhecerá personagens e lugares representativos da Antiguidade Clássica no Império Romano sob uma luz completamente nova: por meio de informações baseadas nas recentes pesquisas e descobertas arqueológicas, somadas à sofisticada tecnologia do século XXI para a reconstrução computadorizada do momento histórico. Indo além dos relatos oficiais de imperadores e da elite romana, as fontes renomadas consultadas na série investigam quais eram as experiências e vivências das ‘classes trabalhadoras’ do Império, colocando em xeque a idéia tradicional que temos da Roma Antiga. 

Episódio 03: CALÍGULA
Esta é a história do homem que transformou Roma no inferno. Ele herdou um vasto império, uma fortuna inimaginável e a adoração de seu povo. E jogou tudo fora. Ele massacrou inimigos e amigos próximos. Segundo textos da época, seu reinado foi uma derrocada gradativa para a paranóia, perversão, e loucura total. Por meio das descobertas arqueológicas mais recentes e de um aprofundado relatório de psiquiatras forenses, podemos restaurar um retrato novo dos dias mais negros de Roma, e da mente mais feroz que a governou: Calígula.

Mais:
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

...quem sabe viajar no espaço...


Físicos do Cern descobrem partícula que supera velocidade da luz
23 de setembro de 2011  04h17  atualizado às 06h07

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Os neutrinos podem alcançar uma velocidade superior à da luz, segundo os primeiros resultados divulgados nesta sexta-feira da experiência internacional "Opera", após testes realizados no laboratório de física Cern.
A informação foi dada pelo Centro Francês de Pesquisas Científicas (CNRS), que dá conta da experiência realizada desde as instalações do Cern, em Genebra, com o lançamento de neutrinos, partículas subatômicas, disparados em direção a um laboratório italiano a 730 km de distância.
O centro francês qualifica o resultado com os neutrinos de "surpreendente", mas titula seu comunicado, à espera da apresentação oficial dos resultados na cidade suíça, entre dúvidas: "mais rápido que a luz?".
Os neutrinos chegaram a seu destino, em Gran Sasso, 60 nanosegundos mais rápidos que a luz, que cobre essa distância em 2,4 milisegundos, explicou Dario Autiero, diretor da equipe e pesquisador do CNRS.
"Iniciamos um dispositivo entre o Cern e o Gran Sasso que nos permitiu uma sincronização em nível de nanosegundos e medimos a distância entre os dois lugares com uma precisão de 20 cm", explicou Autiero no comunicado do CNRS. "Estas medições apresentam poucas dúvidas e uma estatística tal que concedemos uma grande confiança a nossos resultados", estimou.
Mais de um século depois de Albert Einstein ter enunciado a teoria da relatividade, em 1905, "a experiência 'Opera' testemunha resultados totalmente inesperados: os neutrinos chegam a Gran Sasso com uma vantagem pequena, mas significativa, com relação ao tempo que a luz teria levado para cobrir o mesmo percurso no vazio". Os resultados se baseiam na observação de mais de 15 mil neutrinos, precisou a instituição francesa.
Até agora, a velocidade da luz foi considerada um limite intransponível, e esta nova experiência "pode abrir perspectivas teóricas completamente novas", acrescentou o CNRS.
A instituição acrescentou que os pesquisadores do programa "Opera" decidiram abrir o resultado dos testes "a um exame mais amplo" por parte da comunidade de físicos, já que são necessárias "medições independentes para que o efeito observado possa ser refutado ou formalmente confirmado".
A experiência foi iniciada em 2006 para estudar as transformações raras (oscilações) dos neutrinos muônicos em neutrinos tauônicos, uma das quais pôde ser observada em 2010, comprovando a capacidade única do programa para detectar esses sinais.
O Cern deve apresentar os resultados dos testes em um seminário especializado que terá início às 11h de Brasília em meio a uma grande expectativa.
No maior laboratório de física do mundo se trabalha há anos para chegar à resposta se é possível registrar velocidade superior à da luz - 299.792 km/s -, o que vai de encontro a um pilar teórico da física.

Fonte: