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sexta-feira, 11 de maio de 2012

1º Ano de Sociologia/Filosofia - CMI (Socialização - Textos)

Colégio Maria Imaculada




Diana: Selvagem ou Humanizada ?

Thais Spisso e Jessica Palhares (nº 22 e 11)

Diana era uma garota linda de cabelos castanhos, olhos claros e foi abandonada quando tinha apenas meses de vida, numa floresta sombria e escura.
Uma vez de manhã um guepardo há achou e levou para sua moradia e cuidou dela ensinando seus hábitos de caça, sobrevivência e convivência sendo que Diana era ser humano e sempre precisava do apoio de sua "mãe". Certo dia, ela se meteu em uma briga com seus "irmãos" e saiu terrivelmente machucada, quase morreu. Sua "mãe" cuidou de sues ferimentos e meses depois se curou.
Passados cinco anos, fora encontrada com vida por um grupo de pesquisadores que a capturaram. Levaram Diana para um laboratório e estudaram seu estranho comportamento em meio da sociedade humana. E de acordo com seus estudos, constataram que é possível um ser humano viver em meio de guepardos(animais selvagens) arriscando sua vida, se machucando e não morrer. E passados anos de estudo, se socializou como ser humano e conseguiu um lar humano para viver.
Ela aprendeu a andar normalmente como pessoa, a diferenciar animal de ser humano, a ler, a falar, a escrever e a conviver com a sociedade humana.








Um Mundo Animal
Nome: Rayane Gomes e Giovanna Lages
Série: 1º ano EM

Uma família pobre do interior, de uma cidade chamada Lux, estava a espera de seu sétimo filho. Desesperados por não terem condições de sustentar a criança, decidiram que quando o mesmo nascesse iriam abandoná-lo.
Três meses depois, o que estava previsto aconteceu, eles tiveram que deixar seu filho em uma casa abandonada no meio da floresta, o bebe chorava muito, e com isso atraiu um casal de lobos que passavam ali por perto, com seus filhotes.
A loba foi ver o que era aquele som, e percebeu que era um animal inofensivo, acabou se identificando com o bebe, e percebeu que o motivo do choro era fome, e em um ato materno, alimentou-o ali mesmo.
Sem saber como lidar com a situação, o casal e seus filhotes resolveram se instalar próxima à casa abandonada, foi a forma que eles encontraram para garantir a proteção do bebe. Conforme os dias se passavam, a loba sempre ia visita-lo, levando alimento para o menino, cuidando dele como se fosse seu filhote.
Cinco anos se passaram e o garoto já fazia parte da vida na floresta, e com o convívio, adquiriu todas as características de um lobo, como o modo de andar usando as quatro patas, como um quadrupede, a forma violenta e bruta de agir, e com o tempo foi ficando mais veloz e assim aperfeiçoando o seu modo de caça, para a sua sobrevivência.
Assim o menino foi crescendo rodeado pelos lobos e pelos demais animais da floresta, fazendo deles sua família.




O menino de AyronMatheus C. 15 e Gabriel Morales 7 1° ano CMI


Um bebê que se chamava Vitor de aproximadamente um ano se perdeu em uma floresta após uma pequena distração de sua mãe, ele morava na França, estima-se que sua bola rolo para fora de casa e para dentro dessa floresta, ele caminhou, pegou sua bola e continuou andando na floresta, quando se deu conta estava perdido, durante vários dias os macacos daquela região ficaram observando-o e depois de ver que ninguém foi pega-lo eles deram algo para a criança beber e cuidaram dele como se fosse um membro desse bando de macacos, e enquanto isso sua mãe já estava desesperada e até ligou para a polícia procura-lo, mas não se encontrou nada, pois os macacos estavam levando ele, já que eles não gostam de seres humanos.
Depois de 11 anos, em certo dia Vitor e o bando de macacos foram atravessar uma estrada que passava poucos carros, o bando de macacos foi na frente e bem rapidamente e ele ia atravessar e foi atropelado, pois não tinha experiência naquilo e ficou espantado com aquilo, o motorista do carro saiu para socorrê-lo e leva essa criança para um hospital e de lá para um orfanato, a criança não falava nada, era quadrupede e não tinha nenhum registro, eles iriam deixa-lo lá ate completar 18 anos e aprender a ser um humano, mas uma assistente social sabia da história de Vitor, chamou sua mãe e depois de longos 11 anos sua mãe pode abraça-lo novamente, a mãe ficou espantada e só se perguntava como ele conseguiu sobreviver junto com os macacos.
O menino Vitor estava aparentemente bem sendo que ele não falava e nem andava como nós, isso seria difícil a ensina-lo, depois de vários estudos e exames aprofundados, os médicos que o tratavam disseram que ele tinha deficiência mental e nunca iria falar e nem andar como nós, mas isso é realmente inacreditável, como pode um menino se perder, ser criado por macacos, ser achado por uma pessoa e nunca ter nenhum contato com outras pessoas, nunca ter ido a outros lugares e quando crescer provavelmente não será normal, igual aos outras pessoas e com certeza em momentos em que estivesse aprendendo e lidando com seu “problema” algumas vezes ira culpar sua mãe por aquilo tudo, mas no final de tudo ele levará um grande ensinamento da vida e deixaria esse ensinamento em muitas pessoas.
(Paródia de “O menino de Aveyron”. Livro de sociologia pagina 4)



A Criança e O Avestruz
Vinicius Setti e Júlia - 1º ano Ensino Médio C.M.I.

Em um local isolado e calmo da natureza, um dia foi encontrado, na beira da praia, um bebê. Frágil, rosado e com um enorme potencial, envolto em uma cestinha.
Enquanto isso, perdidos de sua migração, por ali passava uma turma grande, composta por muitos avestruzes. 
Com seus instintos impressionados, devido a esse completo contraste que o bebê fazia com a paisagem, ele foi acolhido pelo grupo de avestruzes. Tudo mostrava que aquela relação criança-avestruz daria errado, e de fatos, alguns problemas como alimentação, cuidados, sistemas (organismo) completamente diferente e complexo foram aparecendo, porém a família avestruz conseguiu ir com a ajuda da natureza, ir solucionando a todos eles. O bebê crescia e via o mundo tendo que descobri-lo sozinho.
Muito curiosamente a relação acabou dando certo, e o bebê, cresceu e ficou forte, e sábio, enquanto tentava decifrar o enigma que era o mundo no qual tinha sido inserido.
O tempo passava, e o garoto, por ser a fase da infância a fase na qual mais absorvemos informações de acordo com aquilo que se vê, e repete, o garoto tinha se tornado um avestruz-humano, pois fazia tudo que um avestruz fazia, teve seu modo de andar adaptado, seu jeito de agir e sua locomoção em todos os sentidos. Com isso, o garoto não conseguiu, devido a falta de contato, desenvolver a fala humana, e nem algumas habilidades simples, deixando-o com um imenso potencial inexplorado.
Contudo, o tempo seguia e agora já uma criança mais desenvolvida, ela ia começando a pelos instintos, perceber algumas coisas diferentes, e uma delas foi que ela viu antes de seus irmãos avestruzes, um contraste curioso com a paisagem. Passava por ali um grupo de turistas, viajantes perdidos que vendo aquele grupo de avestruzes, decidiram correr na direção deles. Como toda ação provoca uma reação, a reação do grupo avestruz (incluindo o garoto) foi de se proteger, e sendo assim, instintivamente afundaram suas cabeças na terra, pois alguns avestruzes possuem tendências suicidas. O garoto seguiu o que fez sua família, ficou entalado, e acabou morrendo pela falta de ar.
Ali até hoje, jaz enterrada a criança avestruz.
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Vinicius e Julia - 1o ano
Setti Produções HAHAHA

Um abraço,
Setti










O estranho caso do Menino Urso, Steve.
Samuel Barbosa e Caio Maia. Números 20 e 05 - 1º ano E.M - CMI - Sociologia

Era uma vez um bebê recém nascido, o nome dele era Steve, ele tinha apenas três dias de vida. Assim que seus pais saíram da maternidade junto a ele, ocorreu um trágico acidente. O carro deles chocou-se com uma árvore, seus pais morreram de imediato, mas o corpo do pequeno bebê não foi encontrado. O que ninguém sabia, era que Steve havia sobrevivido, graças ao esforço de sua mãe num último ato heróico. Com a batida, carro havia parado distante da rodovia , perto de uma floresta, atravessada por um rio. Ali perto do rio, Steve estava deitado, confortavelmente em folhas e galhos, chorando e muito assustado. Alguns ursos que estavam próximos do rio, ouviram o choro do bebê que ali estava, com frio, com fome, sem saber o que estava a acontecer. Os ursos, surpreendentemente, ao invés de atacarem, o acolheram, como se fosse um urso filhote. Sem hesitar, o urso levou aquele pequeno e indefeso bebê para o seu território.
Ao passar do tempo o menino foi crescendo, se desenvolvendo, vivendo com e como os ursos, aprendeu tudo como os ursos, a caçar, a se alimentar, a sobreviver como tais. Sua dieta era basicamente de peixes, frutas e água. Aos sete anos de idade, Steve já fazia as coisas como se fosse realmente um urso, ele se adaptou ao modo de vida dos ursos. Os ursos já o estranhavam pelo fato do menino crescer e manter uma aparência física diferente da deles e também não desenvolver a pelagem, mas os os ursos ainda o tratavam como um semelhante.
Steve era um ser humano, mas pensava ser um urso. Ele ainda tinha parentes vivos esperando por notícias do aparecimento do seu corpo, as esperanças ainda eram matidas, para que pelo menos pudesse ter um sepultamento digno. 
Steve tinha um tia, que era uma pesquisadora e que por mera coincidência, era uma pesquisadora, que estudava o comportamento dos ursos na natureza. 
Certo dia, sua tia e uma equipe de pesquisadores do Intitudo de Pesquisa da região, saíram numa expedição para o estudo e marcação do animal. O que ela não sabia, era que seu sobrinho estava junto a um bando, que tinha estadia ali perto. Ela junto aos pesquisadores, avistou aquele pequeno grupo de ursos, composto por apenas dois machos, duas fêmeas, alguns filhotes e uma estranha criatura, era Steve. Ela estava liderando o grupo, então pediu a todos calma para que pudessem identificar o que havia ali. Logo reconheceram um humano entre os animais e começaram a se perguntar o por que dele estar ali entre os ferozes animais. Sua tia o observou de longe e o reconheceu, ele tinha uma anatômia bem parecida com a de sua falecida irmã e logo assimilou que podia ser seu sobrinha supostamente morto a sete anos em um acidente. Ela esperou o bando se afastar um pouco para não por o grupo em risco e tentou a aproximação obtendo sucesso, Steve era agressivo, assim como aprendeu com os ursos, ela viu aquele menino, crescido, com os cabelos longos e bem sujo, logo ela o abraçou e ele assutado com o contato com um "ser de outra espécie". Sua tia junto ao grupo, levaram-no para o Centro de Pesquisa e estudaram seu comportamento. Perceberam logo que Steve era irracional, incomunicável e agressivo, era um urso. Assim, ela avisou aos outro familiares, que Steve não estava morto e o quão difícil foi recupera-lo, que os ursos o tratavam como semelhante. Com muitos estudos, pesquisas, Steve foi para a reabilitação, onde aprenderia a ser um humano comum. 
Ainda com muitos hábitos de animal, Steve, com o decorrer do tempo, foi se adaptando, foi aprendendo a viver em sociedade com seres da mesma espécie que ele, havia um preconceito quando as pessoas ficavam sabendo da sua convivência com animais selvagens. Com 18 anos, Steve já estava terminando o colegial ainda com algumas dificuldades na comunicação, mas melhorando a cada dia e isso ocorria pelo fato dele nunca ter se comunicado com seres humanos até s sete anos de idade. Steve vive uma vida normal e é um exemplo de superação e de um estranho caso do Menino Urso.








Normal tão anormal

Suzana Joanin


Uma criança, com mais ou menos um ano de idade, foi abandonada pelos pais no meio de uma floresta por não terem como sustentá-la. Em meio a tantos perigos, a criança chorava de fome.
Por um acaso, uma matilha passava pelo local em busca de comida e se aproximaram para ver que som e criatura estranha estavam ali. A pequenina sorriu ao ver os lobos e esticou seus pequenos bracinhos a fim de tocá-los. Isso fez com que todos vissem que tal criatura era inofensiva. Uma das lobas tinha dado a luz fazia pouco tempo e logo a adotou, lhe dando leite. Assim, toda a matilha a adotou também.
Por ser muito jovem, tudo o que aprendeu foram hábitos e uma dieta de lobo. Comia carne crua, uivava ao anoitecer, andava sobre pernas e mãos, seus cabelos eram compridos e embaraçados, bebia água apenas com a língua e não entrava no rio para se banhar. Aprendeu a caçar como um lobo, embora não tivesse tanto sucesso como eles. Latia para se comunicar e rosnava quando algo se aproximava.
Foram essas características que deram à menina, agora com nove anos, dentes afiadíssimos, unhas compridas e selvagens e um comportamento agressivo, totalmente desumano.
Sua relação para com todos da matilha era simplesmente animal, com direitos a brigas internas, e com frequência, que a feriam e deixavam inúmeras cicatrizes espalhadas por seu corpo.
Em um dia ensolarado, um grupo de caçadores foram à procura de suas presas na floresta. Um cervo gordo e saudável corria bem perto deles em um campo a poucos metros à frente de um, que não demorou em preparar o bote, mas parou diante de uma cena grotesca: o cervo estava correndo para salvar sua vida de uma menina que corria velozmente curvada, apoiada em suas mãos, e rosnava como um animal feroz capaz de qualquer coisa. O homem correu para se encontrar com os outros e contar o ocorrido. Não acreditaram e foram ver com seus próprios olhos.
A cena seguinte foi mais apavorante que a anterior: a menina conseguiu alcançar sua presa e estava, junto com dois lobos, se alimentando do pobre animal. Saíram correndo para uma aldeia que havia não muito distante e contaram para todas as pessoas que viram pela frente. O que não faltou foram vaias e zombarias além de poucos curiosos que se dispuseram a ir ver a garota.
Ao chegarem ao local, ela já não estava mais lá. Mas a vontade de assistir algo tão inédito era maior e começaram a procurá-la em meio ao crepúsculo. Encontraram-na dormindo junto com um casal de lobos, não muito longe dali, dentro de uma pequena caverna. 
Decidiram ficar ali esperando até o amanhecer para tentar prendê-la e levá-la para a aldeia.
Quando o sol ainda estava se levantado, os lobos saíram da caverna e foram para longe. Os homens viram que era a hora de entrar em ação e assim, logo o fizeram. A menina rosnava e tentava se defender com suas unhas enormes. Mas era muitos homens e logo a encurralaram. Prenderam-na e a levaram para a aldeia.
Ao chegarem lá, a menina estava apavorada e se debatia tentando escapar. Uivava e latia pedindo socorro de sua família, mas tudo em vão.
O espanto e a incredulidade estavam estampados no rosto de cada pessoa, ao ver cena tão chocante.
Durante três anos a mantiveram presa e tentavam ensinar hábitos sociais, mas pouco foi o que aprendeu e desaprendeu, tantos eram os anos vivendo com e como um animal.
Não demorou muito para a menina, não resistindo a tantos hábitos incomuns e a uma prisão por tanto tempo, vir a falecer.
Seu nome passou a ser Sel, início da palavra “selvagem”.








A misteriosa história do menino macaco

Gabriela Teles e Sabrina 1º Ano CMI


Após a morte de seu marido, uma mulher já com um filho de 9 meses, notou que não tinha condições o suficiente para sustentá-lo. Com essas condições, percebeu a necessidade de ter que abandoná-lo, então botou seu filho em um cesta e deixou em uma floresta perto da região onde morava.
Assim que virou as costas, um grupo de macacos que estava observando o abandono, foi verificar o que tinha na cesta, ao abrir perceberam que era um humano, no caso um bebê. Então levaram o bebê para uma casa antiga abandonada na mata e resolveram criá-lo. 
Passados 7 anos, o menino cresceu com todos os hábitos e costumes dos macacos e ciente das leis da selva. Lá, o menino aprendeu a respeitar os animais e a natureza.
Em uma tarde, uma mulher chamada Joana, que morava em uma aldeia perto da mata, passou pela antiga casa e viu que havia um menino no meio do grupo de macacos, e sem medo e estranhando a presença do menino ali resolveu entrar. O grupo de macacos levou um susto e o menino foi extremamente agressivo, como um gorila. Assustada, saiu correndo.
Chegando à sua aldeia, conta o que viu e ninguém acredita. Então para confirmar o que Joana falou, sobre o menino que estava junto aos macacos, os caçadores da aldeia resolveram ir até a antiga casa aonde se encontrava os macacos, chegando lá não encontram nada, apenas restos de frutas. No caminho para a aldeia, encontraram um macaco entre as árvores. Chegando à aldeia, os caçadores dizem que Joana estava ficando louca, pois não havia nenhum menino na casa dos macacos, e Joana continuava afirmando que existe sim um menino entre eles, só que ninguém acreditava e resolveram dormir.
No dia seguinte, Joana volta a casa no mesmo horário que tinha ido na vez que viu o menino, e chegando ao local encontrou o menino, novamente ele foi agressivo e ela saiu correndo em direção ao penhasco e o menino macaco foi atrás dela. Durante a fuga, Joana chega na ponta do penhasco e por descuido, escorrega e cai, assim falecendo. 
Na Aldeia, nunca mais ouviram notícias de Joana, e a história do menino macaco é contada até hoje pelos caçadores da aldeia. 












Entregues fora do prazo

matheus belém
Em uma ilha, havia um casal com sua bebê de três meses, o casal realizava um trabalho científico na ilha. Certa noite, enquanto o casal e o bebê dormiam dentro do abrigo improvisado que pai e mãe montaram, começou a ventar e a chover muito. O vento acabou destruindo o abrigo, assim os três acordaram muito assustados. Então pegaram seu bebê e correram em direção ao pequeno barco que tinham, que estava ali perto. Porém a mulher que estava levando o bebê tropeçou, deixando-o cair em um buraco, e, antes que pudesse pegá-lo, seu marido a puxou para o barco na tentativa de escapar. Por causa da grande tempestade que se formou, o barco do casal virou e eles acabaram morrendo afogados. Na manhã seguinte, após toda a tempestade, o bebê continuava no buraco. Até que, um grupo de chimpanzés, que estavam procurando alimento, encontraram o bebê, e o levaram para o local onde viviam, dentro da floresta. Lá, as fêmeas o amamentaram, mesmo não sabendo que espécie era aquela. Com o passar do tempo, a menina foi crescendo e aprendendo todas as características de sua nova família, como o andar. Ao completar 10 anos, os chimpanzés a ensinaram a procurar alimento e água. Quando atingiu a adolescência, a menina também aprendeu a cuidar dos mais novos do grupo. Mas logo ela começou a olhar seus irmãos de uma maneira diferente, pois ela percebia que não se parecia com eles, e começou a ficar angustiada mas não sabia o que fazer, pois o que estava sentindo não era compreendido por ela, assim ela começou a se afastar do grupo, e certo dia, caminhou até a beira da praia, onde ficou parada, olhando para o sol, que estava se pondo. Se sentindo muito triste, ela retornou ao grupo mas não se aproximava dos outros, os chimpanzés não entendiam o que estava acontecendo com a garota, por isso também, não se aproximavam, e ela continuou por muito tempo assim, triste e sozinha. 

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