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sábado, 28 de novembro de 2015

O Rio de Janeiro na lama

Reprodução da TV Record

Reprodução da TV Record

O Rio de Janeiro na lama – Parte 1

JR mostra como políticos fluminenses conseguem prosperar com o Estado falido.
Apesar dos problemas financeiros que atingem em cheio a população, alguns políticos fluminenses não podem reclamar: em pouco tempo, viram seus negócios prosperar.
Nesta primeira reportagem são mostrados os novos negócios da família Picciani, que hoje é dona da maior mineradora fornecedora de brita para obras públicas no Rio de Janeiro, negócio não declarado. Além disso mostra uma negociata entre o governo Pezão, a Supervia e um dos principais sócios de Picciani.
O mar de lama não para de crescer no Rio de Janeiro. Acrescento ainda que Queimados, onde Pezão deu de presente um terreno à Supervia, que por sua vez o vendeu para um dos principais sócios da família Picciani para construir um shopping é um município administrado por Max Lemos (PMDB), que até se eleger prefeito era o braço-direito de Jorge Picciani na política. Estão todos juntos e misturados.



O Rio de Janeiro na lama – Parte 2

Comunidade do RJ é destruída para dar lugar a obras de empreiteiras da Lava Jato.
Uma comunidade inteira foi destruída para beneficiar empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. Os moradores acusam os políticos que comandam o Rio de Janeiro de promover uma limpeza social na cidade.
A série do Jornal da Record mostrou na 1ª Parte as negociatas olímpicas bilionárias de Eduardo Paes, Prefeito do Rio, com empreiteiras do Petrolão, além da “limpeza social” que o prefeito promove para beneficiar as construtoras e seus empreendimentos para as classes média alta e alta na área da Vila Olímpica.




O Rio de Janeiro na lama – Parte 3

Com salários atrasados, médicos do Rio de Janeiro protestam contra Pezão

A falência do Estado do Rio de Janeiro é visível nos corredores dos hospitais: pacientes sofrem à espera de atendimento; cirurgias e internações estão suspensas. Os médicos residentes estão de braços cruzados por atraso no pagamento do bolsa-auxílio. E os funcionários terceirizados, que cuidam da limpeza, também estão sem salário.






O Rio de Janeiro na lama – Parte 4

Número de mortes aumenta 55% nos morros e revela sinais de esgotamentos das UPPs. 
O modelo de Polícia Pacificadora sofreu um baque preocupante neste ano. O número de mortes nos 38 morros com UPPs subiu 55% no primeiro semestre, com 73 vítimas, e revelam sinais de esgotamento do sistema.






Apesar dos problemas financeiros que atingem em cheio a população, alguns políticos fluminenses não podem reclamar: em pouco tempo, viram seus negócios prosperar.



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