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À Deus o que é de Deus

À Deus o que é de Deus

            Vamos começar com um racioncínio simples em que venho trabalhando para desacreditar a “B”íblia. Vocês já brincaram de passar uma frase ao pé do ouvi de um amigo e esperar que esta mesma frase chegue novamente a você, passando por outros amigos dentro de uma roda? Funciona assim: um razoável grupo de amigos se reúne em círculo, depois um amigo monta uma frase não muito difícil e dita-a no ouvido direito do seu amigo à esquerda, este último faz o mesmo e assim por diante, até chegar sua vez novamente. Se alguém já brincou disso sabe as barbaridades que ouviu. Porém, penso que esta brincadeira não seja assim tão lúdica: se nós ouvimos uma mensagem que não compreendemos, é natural interpretarmos ela com representações aceitas em nosso subconsciente, ou seja, interpretarmos como algo que nos seja familiar.
            Assim, depois de uma brincadeirinha tão boba pensemos: Se dentro de uma breve rodinha, uma simples frase dificilmente chega-nos coerente ao que inicialmente foi, o que vocês acham que aconteceria se eu os pusesse sentados e lhes contasse uma história que contabilizaria mais de mil páginas, e que tivesse tantos personagens quanto uma lista telefônica, e só após 30 (a 60) anos, pedisse a vocês que escrevessem essa história...
            Para além deste lacônico “porra” que você deve ter dito agora, pense ainda o seguinte: alguém saberia quem é Moisés se não existisse um infeliz desocupado o suficiente para escrever o Pentateuco? Será que esse cara não queria fazer dessa história, que provavelmente passou pelo processo que já citei acima, uma história fantástica e inesquecível, tal como o que motivou os sacerdotes faraônicos a escrever histórias sobre os variados deuses egípcios durante a reforma religiosa do faraó Aquenaton? Será que já na década de 30 (a 60) o Rabi já estava sendo esquecido?
            Toda vez que vejo alguém com uma “B”íblia na mão, dizendo que a verdade absoluta mora ali eu me faço essas perguntas...

            Contudo, culpar a Deus sobre os problemas que nós criamos é demais... tem a história do livre arbítrio... e também a história de que aqueles que mais sofreram, podem vir a ter uma melhor existência no paraíso... assim, podemos descupabilizar Deus por não ter olhado para os nossos irmãos no lixão... afinal de contas foi o sistema econômico que nós escolhemos, através do voto aos nossos eleitos...


            Aliás, voltando a história da “B”’íblia, quero comentar que todos os sites cristãos estão exultantes com a descoberta de um esqueleto gigante no Oriente... “Veja Gênesis... Veja Números...” eu digo Veja “João e o pé de Feijão” e lá você também encontrará um gigante, neste, pelo menos o autor assumiu que é fantasia e que qualquer semelhança é mesmo uma fotomontagem... ...estou enviando em anexo a imagem do “gigante”, bem como a imagem da descoberta de um mastodante no ano passado... desculpem se desacreditei a fé de alguém, mas eu tenho a minha. Perdoem meus erros ortográficos e gramáticos, não li o que escrevi...

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