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Análise de Tese Maria Guilhermina Loureiro de Andrade: a trajetória profissional de uma educadora (1969/1913)


ANÁLISE DE TESE
Fábio Souza Lima
Vinicius Monção 
CHAMON, Carla Simone. Maria Guilhermina Loureiro de Andrade: a trajetória profissional de uma educadora (1869/1913). Belo Horizonte, MG: UFMG, 2005, 338f.  Tese (Doutorado em Educação), Universidade Federal de Minas Gerais.

Para o nosso trabalho, foi tomado por base o uma síntese dos roteiros sugeridos pela professora Ana Ivanicki no curso Questões epistemológicas de pesquisa educacional e o roteiro sugerido pela professora Maria Vitória Maia, no curso Seminário de Tese.



IDENTIFICAR O TEMA, O PROBLEMA, QUESTÕES E OBJETIVOS DO ESTUDO, VERIFICANDO CLAREZA

Título e Problematização:

            Ao contrário do que descreve Umberto Eco quanto fala no item de escolha do tema, quando aponta que a tese pode ser panorâmica (1985), o trabalho de Chamon (2005), com o epíteto Maria Guilhermina Loureiro de Andrade: a trajetória profissional de uma educadora (1869/1913), apresenta um bem definido tema e recorte temporal. O objeto, portanto, fica claro quando a autora aponta o nome da personagem de quem será acompanhada a trajetória.
Já pela leitura do trabalho foi identificado que o problema consisti:

O interesse por mulheres que no passado romperam fronteiras não só em termos sociais, mas também geograficamente, e o interesse pelo movimento de trocas culturais e pelas viagens em busca dos “códigos de civilização” estiveram na origem desta pesquisa sobre a trajetória profissional de Maria Guilhermina Loureiro de Andrade. Nome esse que não está completamente ausente quando se trata de historiografia da educação brasileira, mas que ainda não foi pesquisado. Não são poucos os trabalhos que se debruçam sobre o final do século XIX e início do XX que citam ou fazem alguma referência ao seu nome e à sua atuação no campo educacional. Apesar disso, pouco se sabe a respeito de sua trajetória pessoal e profissional e mesmo a respeito da viagem de estudos que fez aos Estados Unidos pouco se sabe a respeito de sua trajetória pessoal e profissional e mesmo a respeito da viagem de estudos que fez aos Estados Unidos” (p. 19).

            Com relação ao problema, embora ele não esteja delimitado com um sinal de interrogação conforme indica Costa e Costa (2012), a estrutura apresentada pela autora torna a questão viável. Sua construção corresponde com as expectativas apresentadas pelos autores teóricos: nos serve “como um instrumento para obtenção de novos conhecimentos”, apresenta “aplicabilidade social”, tem delimitação, é “claro e preciso” e, demonstra ter surgido de uma “vivência do pesquisador” (COSTA, COSTA, 2012, p. 26).

Questões:
            As questões identificadas foram:

Por que uma mulher, no século XIX, foi estudar em Nova York, nos Estados Unidos? Por que não em outro lugar, como a França, cuja capital – Paris – era considerada pela intelectualidade brasileira como “Cidade Luz”, referência tantas vezes repetida para a educação e apontada pela historiografia como a grande influência cultural para o Brasil nesse período? E o que permitiu/possibilitou a Maria Guilhermina experimentar uma outra condição feminina e exercer o papel de autora, tradutora e propositora no campo educacional? Que saberes e práticas ela fez circular na sua atuação/produção nas cidades onde trabalhou? Quais as condições sócio-históricas que dão inteligibilidade a essas escolhas? (p. 22).

            A partir destas, é possível afirmar que as questões se referem, diretamente, ao problema apresentado pela autora. Sua construção está em acordo com as orientações apresentadas por Costa e Costa (2012), ou seja, reflete àquilo que se pretende alcançar, de forma clara e possível de ser atingida (ECO, 1985).

Objetivos:  
Já com relação aos objetivos, frente ao problema e questões, a autora aponta que seu trabalho tem como objetivo efetuar “estudo [sobre] a trajetória profissional de Maria Guilhermina Loureiro de Andrade” (p. 11), analisar sua viagem aos Estados Unidos e as possíveis do sujeito histórico para esse descolamento e redes de relações (familiar, intelectual) que marcaram a sua trajetória” que ela fazia parte (p. 25).


IDENTIFICAR A JUSTIFICATIVA E ANALISAR SE CONTEMPLA OS CRITÉRIOS DE QUALIDADE (MOTIVAÇÃO PESSOAL, LACUNAS DO CONHECIMENTO QUE IRÁ COBRIR, RELEVÂNCIA PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA)

Quanto a justificativa, Eco trabalha com a ideia de que a originalidade e o foco na questão da contribuição para o campo científico são os principais pontos a serem abordados (1985). Neste caso, há interesse no campo da educação por mulheres que no passado romperam fronteiras não só em termos sociais, mas também geograficamente, e o interesse pelo movimento de trocas culturais e pelas viagens em busca dos “códigos de civilização” estiveram na origem desta pesquisa sobre a trajetória profissional de Maria Guilhermina Loureiro de Andrade. (p. 19). A autora apresenta também como justificativa que, mesmo Maria Guilhermina seja conhecida pela historiografia educacional brasileira, onde sua atuação é citada em diversos estudos, “em nenhum deles Maria Guilhermina é objeto de pesquisa e análise” (p. 20).

E continua:
Na verdade, na maior parte, ela é apenas citada ou são parcas as referências a seu respeito: estudou nos Estados Unidos e trabalhou na Reforma Caetano de Campos (AZEVEDO, 1976; BARBANTI, 1977; SOUZA, 1998a; MONARCHA, 1999; FARIA FILHO 2000a; GONÇALVES e WARDE, 2002a, dentre outros); escreveu um compêndio de História do Brasil e algumas cartilhas (PFROMN NETTO et al., 1930; MORTATTI, 2000); participou de congressos de instrução e abriu um jardim da infância na Corte no final da década de 1880 (COLLICHIO, 1976; KISHIMOTO, 1986; KUHLMANN JR, 2000, 1996; BASTOS, 2001); dirigiu o 2º Grupo escolar de Belo Horizonte depois da reforma João Pinheiro em 1906 (FARIA FILHO, 2000a) (p. 20).



IDENTIFICAR A METODOLOGIA

O estudo é uma “narrativa historiográfica” (p. 25) de caráter biográfico, no qual problematiza e apresenta discussão com as proposições e discussões realizadas por teóricos dessa área de investigação.

Além dessas questões, outra discussão pode ser levantada aqui. Que gênero de história é esse que me proponho ao escrever a respeito da trajetória profissional de Maria Guilhermina? A princípio parece tratar-se de uma biografia, considerando-se que esta conta a história de uma vida e possibilita o resgate do indivíduo, possível razão de sua popularidade nos últimos tempos: “seu método, como seu sucesso, deve-se à insinuação da singularidade (p. 33).

(...) tomar precauções contra o que Bourdieu chamou de “ilusão biográfica”. Segundo ele, a história de uma vida não guarda nenhuma coerência intrínseca e não possui nenhuma totalidade a ser perseguida. Coerência e totalidade são ilusões que começam com o nome, elemento sem o qual a biografia não pode nem mesmo ser pensada. Elemento primeiro de uma biografia, o nome confere ao indivíduo uma identidade fixa, uma constância que permite identificá-lo nos espaços sociais onde ele se move. Identidade abstrata, visto não dizer nada sobre as características de seu portador, o nome próprio parece, como aponta Bourdieu (1996, p. 87) (p. 35).

Em articulação e diálogo com a produção historiográfica, o sujeito é histórico, ou seja, em tempo e espaço determinado, porém não isolado da sua sociedade, mas buscando identificar e compreender as articulações e trocas existentes.
Chamon, realiza a análise do material levantado a partir do que chama de “chaves de leitura”, ou seja, determinantes identificados na vida de Maria Guilhermina que possibilitou a construção de sua identidade enquanto sujeito, profissional e que permitiu destaque no campo educacional brasileiro no século XIX-XX. As “chaves” de leitura, enquanto caminho metodológico para análise dos dados são:

O protestantismo/presbiterianismo (p. 46):

Das várias condições experimentadas por Maria Guilhermina, a religiosa me parece não a determinante, mas a que ajuda a dar sentido a algumas de suas escolhas e a sua trajetória no campo educacional. A opção pela fé reformada, certamente pelo ramo presbiteriano, criou para ela um mundo de possibilidades, servindo também como bússola de orientação. Essa participação no universo religioso presbiteriano deve ser aqui explicitada e compreendida como condição para o entendimento da construção da sua identidade, bem como sua atuação e pensamento como educadora. Essa vivência orientou de maneira decisiva o seu percurso no campo educacional. Vale enfatizar que essa experiência religiosa não determina Maria Guilhermina como sujeito, mas sua compreensão nos aproxima dela, permitindo lançar luzes sobre sua trajetória (p. 47).

A experiência profissional no campo educacional privado (p. 103):

Em 1869, Maria Guilhermina Loureiro de Andrade instalou seu colégio na Corte carioca. A educadora contava, então, com 30 anos de idade e já havia lecionado e dirigido uma escola particular de meninas na cidade de Vassouras, interior da Província fluminense, pelo menos desde 1864. Em termos numéricos, o Colégio Andrade, de Maria Guilhermina, era mais uma escola particular que se abria na capital do Império nesse período. Em termos de funcionamento e de prática pedagógica, o quadro era outro. Na cidade do Rio de Janeiro, o Colégio Andrade – denominado Externato Andrade a partir de 1888 – funcionou por ininterruptos 37 anos, dos quais a quase totalidade sob a direção da referida educadora. Esse longo período de funcionamento não chega a ser um caso excepcional, mas não era a regra para muitas escolas particulares cariocas no século XIX, que não conseguiam se manter abertas por tanto tempo (p.  103)
           
E a viagem realizada aos Estados Unidos (p. 167; 203):

como elemento de renovação pedagógica e um modelo social a ser seguido: “Assim, figurando entre as nações mais civilizadas, os Estados Unidos compareciam como sinônimo de liberdade, de progresso, de riqueza material e moral. Se por vezes esse país parecia compor com estas nações, por outras, lhes fazia franca concorrência. É interessante notar que esse despertar de um interesse pelo repertório educacional norte-americano, tanto por parte da elite intelectual como por parte de indivíduos ligados ao campo educacional eram, em algumas ocasiões, acompanhados de reflexões que sinalizavam para uma rejeição dos países europeus como modelo para o Brasil. “O Brasil não é a Europa onde a população regurgita; precisamos povoar vastíssimos sertões, explorar colossais riquezas a dormir inativas nas entranhas da terra” (RPP-SP, 1872, p. 7). Aqui, a extensão do território brasileiro e a população esparsa nos distanciavam muito das condições européias, sendo entendido pelo presidente da Província de São Paulo como um obstáculo à busca desses países como referenciais. (p. 192).

Sobre essa abordagem para a análise do material levantado, a autora considera que:

como afirma Joan Scott (1999), as experiências dos indivíduos devem ser historicizadas, o que me levou a indagar, tomando a religião como chave de leitura para compreender a trajetória de Maria Guilhermina, o que significava ser protestante/presbiteriana no Brasil na segunda metade do século XIX, operação necessária para que esse indivíduo e essa sociedade se tornassem inteligíveis para nós (p. 47 – 48).

A técnica da coleta de dados foi feita a partir da leitura de diversos documentos históricos, como:

dados sobre os missionários presbiterianos de origem norte-americana que vieram para o Brasil e sobre a ligação de Maria Guilhermina com alguns desses agentes, por meio do jornal presbiteriano Imprensa Evangélica e dos relatórios produzidos por esses missionários, da literatura utilizada por eles, como os livros de cânticos e o Catecismo Menor, e das atas da Primeira Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro. Trabalhei também com alguns documentos sobre a escola onde ela estudou nos Estados Unidos, com livros de alguns de seus professores e do autor por ela traduzido. (p. 42. Grifos nossos).

Localizados nos arquivos de diversas cidades:

No Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional, Arquivo do Estado do Rio de Janeiro, Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro; Arquivo Igreja Presbiteriana Catedral, Arquivo Igreja Evangélica Fluminense. Em Vassouras: Arquivo Público da Camâra Municipal de Vassouras, Centro de Documentação Histórica. Em São Paulo: Arquivo do Estado de São Paulo; Biblioteca Mário de Andrade; Centro de Referência Mário Covas, Arquivo Histórico do Mackenzie, Arquivo Particular de Horace Lane, Arquivo Histórico Presbiteriano. Em Belo Horizonte: Arquivo Público Mineiro, Hemeroteca Pública de Minas Gerais, Arquivo do Grupo Escolar Afonso Pena, Arquivo da Escola Infantil Delfim Moreira. Em Ouro Preto: Arquivo da Casa dos Contos. Nos Estados Unidos: Biblioteca Pública de Nova York e Biblioteca do Congresso de Washington (p. 44).



IDENTIFICAR COMO É FEITA A ANÁLISE DE DADOS, VERIFICANDO SE HÁ: A) REFLEXÃO PESSOAL DO AUTOR; B) ILUSTRAÇÕES DO CAMPO PARA CONFIRMAR A REFLEXÃO; C) COMPARAÇÃO DOS DADOS COM A TEORIA

A análise dos documentos é realizada, de maneira geral, a partir da intersecção entre teoria e a reflexão pessoal. Se utiliza da produção teórica existente para lançar suas observações apontamentos que podem ser considerados como ilustração do campo e, ainda, como comparação dos dados com a teoria.
Com relação a triangulação, é possível apontar para a existência já que a autora faz, constantemente a aproximação dos dados levantados com a produção teórica existentes e com a produção historiográfica da área, aproximando relações, suprimindo frechas e ampliando questões. Como podemos perceber no trecho a seguir, a autora chama para diálogo a produção de uma pesquisadora sobre determinados dados e insere, sua leitura frente as suas questões de interesse na pesquisa, diante de uma composição social, demostrada via dados censitários da população carioca:

Segundo Alessandra Schuler (2002, p. 56), os dados sobre alfabetização fornecidos pela Comissão de Estatísticas dos Censos de 1872 e 1890 revelavam que 30% da população da cidade carioca sabia ler e escrever em 1872, proporção que se elevou a 50% em 1890, número expressivo se levarmos em conta a média nacional de 15%. Nesse período, houve um crescimento não só do número de escolas estabelecidas, mas também do número de alunos que as freqüentavam. Essa expansão ocorreu tanto no ensino público primário, a cargo do Estado, quanto no ensino primário e secundário, de iniciativa particular, segundo dados encontrados nos relatórios dos inspetores de instrução primária e secundária da Corte (anexos aos Relatórios do Ministério dos Negócios do Império) (p. 105).
E nesse:

A condição de prédio de aluguel, deixava as escolas em situação de instabilidade, ficando os diretores desses estabelecimentos na dependência dos proprietários dos edifícios. O aumento dos aluguéis e os “caprichos e exigências dos proprietários” sujeitavam os estabelecimentos de ensino a repetidas mudanças de endereço (RMNI, 1878, p. 63). Paralelamente a essa possibilidade, no caso do colégio de Maria Guilhermina, podemos também supor que a mudança se deu em virtude de um aumento do número de alunos, o que teria obrigado a mudança da escola para um prédio maior. Nos primeiros anos do Colégio Andrade, a freqüência era pequena: 19 alunas em 1870 e 13 no ano seguinte (AGCRJ, Instrução Pública, códice 12-4-12, p. 65 e códice 12-4-13, p. 152). Não temos dados sobre a matrícula e a frequência para o restante da década de 1870 e início da década de 1880, mas pode-se supor que, apesar de não ter se tornado um colégio de grande porte, o Colégio Andrade deve ter aumentado a sua clientela e seu reconhecimento perante a sociedade visto que, a partir de 1876, ele deixou de figurar numa lista comum de anúncios de escolas no Almanaque Laemmert, passando a ser destacado com outros poucos estabelecimentos de ensino. Nesse ano, dos 71 colégios de instrução particular para meninas, listados no Almanaque, apenas 9 tinham anúncios de destaque (p. 115-116).

Considera que os dados verificados não podem ser analisados de forma estanque e descontextualizados com o contexto vivenciado pelo sujeito histórico investigado. Aponta que “é no cruzamento dessas diferentes variáveis, é na dinâmica por elas engendrada, que os grupos sociais, assim como os indivíduos, constituem a sua singularidade” (p. 47).


ANALISAR AS CONCLUSÕES, VENDO SE SINTETIZAM AS IDEIAS, SE RESPONDEM ÀS QUESTÕES E OS OBJETIVOS E SE APRESENTAM RECOMENDAÇÕES PARA FUTUROS ESTUDOS

Segundo Umberto Eco (1985), a escrita de uma tese deve ser clara e objetiva, focada em para quem nós autores nos dirigimos. Quanto a definição do plano de trabalho, exposto por ECO, a autora preocupa-se em sintetizar e responder as questões propulsoras do trabalho. Considerou que:

Neste trabalho, pudemos demonstrar/flagrar Maria Guilhermina como uma mulher educadora que cortou um ambiente de maneira diferenciada, em primeiro lugar, por sua prática docente, orientada pelos padrões pedagógicos renovadores, aprendidos com os norte-americanos. Em um período em que isso não era tão comum, Guilhermina não só travou uma profícua interlocução com a pedagogia norte-americana, por intermédio dos missionários presbiterianos, como também escolheu viajar para os Estados Unidos, para lá aprofundar esse diálogo (p. 310 – 311).

Avalia o uso de sua metodologia como caminho que permitiu construir a trajetória história de Maria Guilhermina, porém aponta para a presença de dificuldades e lacunas que ficaram em aberto e outras que surgiram:

Tenho clareza do muito que ficou sem ser dito, das perguntas sem respostas acumuladas ao longo deste trabalho, das muitas lacunas que não foram preenchidas. Lacunas originadas não só da ausência de indícios e evidências que nos permitissem falar da trajetória profissional de Maria Guilhermina (p. 312).

O que se buscou aqui foi falar sobre um indivíduo, foi construir – a partir de provas, pistas e indícios – o relato historiográfico de sua trajetória em determinado momento e determinadas circunstâncias, não objetivando avaliar o sucesso ou insucesso de suas realizações, mas buscando ver nelas a construção de novas sensibilidades, assim como um mundo de possibilidades históricas (p. 312).
           

Referências
ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. Papirus Editora, 2004.
CANEN, A. (2003), Metodologia da Pesquisa: abordagem qualitativa, Coleção Veredas, módulo 4, v. 1, p. 215 – 240. Belo Horizonte: Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais.
COSTA, M. A. F. da & COSTA, M. de F. B. da (2011), Projeto de Pesquisa: entenda e faça. Petrópolis: Ed. Vozes, 3ª edição.
DENZIN, N. & LINCOLN, M. de F. B. da (2006), O Planejamento da Pesquisa Qualitativa: teorías e abordagens. Porto Alegre: Artmed.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. S.P.: Perspectiva, 1978.

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